…idealizarem;
Arquitectarem;
Pensarem;
Divulgarem;
Elaborarem;
Estudarem;
Dinamizarem;
Executarem;
Promoverem;
Criarem;
Fizerem!
No dia em que fizerem o dia das mulheres que nunca na vida poderão vir a ser mães, eu voltarei a comemorar condignamente o Dia da Mãe.
Até lá, no Dia da Mãe, do Pai, do Filho, do Espírito Santo e de todos-aqueles-que-criaram-o-dia-“da”-“de”-e-“do”, resta-me apenas entregar os meus pensamento àquelas mulheres.
domingo, 2 de maio de 2010
No dia em que…
…idealizarem;
Arquitectarem;
Pensarem;
Divulgarem;
Elaborarem;
Estudarem;
Dinamizarem;
Executarem;
Promoverem;
Criarem;
Fizerem!
No dia em que fizerem o dia das mulheres que nunca na vida poderão vir a ser mães, eu voltarei a comemorar condignamente o Dia da Mãe.
Até lá, no Dia da Mãe, do Pai, do Filho, do Espírito Santo e de todos-aqueles-que-criaram-o-dia-“da”-“de”-e-“do”, resta-me apenas entregar os meus pensamento àquelas mulheres.
Arquitectarem;
Pensarem;
Divulgarem;
Elaborarem;
Estudarem;
Dinamizarem;
Executarem;
Promoverem;
Criarem;
Fizerem!
No dia em que fizerem o dia das mulheres que nunca na vida poderão vir a ser mães, eu voltarei a comemorar condignamente o Dia da Mãe.
Até lá, no Dia da Mãe, do Pai, do Filho, do Espírito Santo e de todos-aqueles-que-criaram-o-dia-“da”-“de”-e-“do”, resta-me apenas entregar os meus pensamento àquelas mulheres.
Dirigentes do F.C. Porto: energúmenos*
Casas do Benfica vandalizadas.
Autocarro dos jogadores vandalizado.
Clima de intimidação e mensagens de terror lançadas pelas claques do F.C. Porto.
Reacção do Benfica: apelo à indiferença perante as provocações.
Reacção do F.C.Porto: silêncio.
O F.C. Porto com o seu silêncio oficial sublinha aquilo que é a sua actuação oficiosa: cumplicidade criminosa.
Dirigentes do F.C. Porto: energúmenos*
Casas do Benfica vandalizadas.
Autocarro dos jogadores vandalizado.
Clima de intimidação e mensagens de terror lançadas pelas claques do F.C. Porto.
Reacção do Benfica: apelo à indiferença perante as provocações.
Reacção do F.C.Porto: silêncio.
O F.C. Porto com o seu silêncio oficial sublinha aquilo que é a sua actuação oficiosa: cumplicidade criminosa.
sábado, 1 de maio de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (II)
Diz-se que não se fala noutra coisa. Compreendo, após ter visto o clip censurado pelo You Tube.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
M.I.A, Born Free from ROMAIN-GAVRAS on Vimeo.
Estação Primavera/Verão 2010 (II)
Diz-se que não se fala noutra coisa. Compreendo, após ter visto o clip censurado pelo You Tube.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
Romain Gavras, o realizador deste objecto pós-pós-moderno bem identificado, é um velho conhecido desta casa (link). No entanto, onde lá havia génio, aqui só há desespero. Onde lá havia um manifesto visual abraçado a um som, aqui há apenas desconstrução, fragmentação e desmembramento (de corpos e) de uma suposta musica. Musica essa que não sobrevive sequer desacompanhada da lente do francês.
De forma simples: born free de M.I.A. enquanto clip não é nada enquanto musica não existe sequer.
Ora vejam lá.
M.I.A, Born Free from ROMAIN-GAVRAS on Vimeo.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Up your ***
Superdragões compraram 3500 bolas de golfe... Será que a polícia do Porto se vai comportar como sempre e actuar como facilitador da acção do macaco & companhia?...
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