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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Uns e outros

Como sabem, por princípio, tento não comentar a sobrevivência de rivais e inimigos. Contudo, o devir da actualidade obriga à chamada da excepção.

O regabofe começou na noite de ontem. Uns precisaram de três horas para derrotar uma equipa perpetuamente condenada à descida de divisão, num campo onde ainda há poucos meses um dos líderes da Liga espetou quatro secos. Outros, sofreram três golos – um dos quais passa a estar no topo do anedotário nacional – humilhantes apontados por um chinês que vestia as cores de uma equipa (joga em que divisão?) cuja terra é somente conhecida pelo seu pão e pelo seu convento.

Hoje, o supremo gozo. Uns vêm espalhadas por essa Rede fora as palavras violentas do seu presidente; as conversas corruptas, a prova das provas. Para além de outras coisas mais, ficou assim reforçada a força verdadeiramente atómica desse meio de obtenção de prova a que o legislador processual-penal denominou (sem definir) “escutas telefónicas”. E por falar em violência, na casa dos outros, sabe-se também hoje, houve um degradante e embaraçoso episódio de violência doméstica de consequências imprevisíveis.

O terramoto que assolou a casa de rivais e inimigos, a inépcia dos seus atletas, a violência dos seus dirigentes, tão cedo não será esquecida. Uns e outros vão ter muito com que se coçar nos próximos meses.

Uns e outros

Como sabem, por princípio, tento não comentar a sobrevivência de rivais e inimigos. Contudo, o devir da actualidade obriga à chamada da excepção.

O regabofe começou na noite de ontem. Uns precisaram de três horas para derrotar uma equipa perpetuamente condenada à descida de divisão, num campo onde ainda há poucos meses um dos líderes da Liga espetou quatro secos. Outros, sofreram três golos – um dos quais passa a estar no topo do anedotário nacional – humilhantes apontados por um chinês que vestia as cores de uma equipa (joga em que divisão?) cuja terra é somente conhecida pelo seu pão e pelo seu convento.

Hoje, o supremo gozo. Uns vêm espalhadas por essa Rede fora as palavras violentas do seu presidente; as conversas corruptas, a prova das provas. Para além de outras coisas mais, ficou assim reforçada a força verdadeiramente atómica desse meio de obtenção de prova a que o legislador processual-penal denominou (sem definir) “escutas telefónicas”. E por falar em violência, na casa dos outros, sabe-se também hoje, houve um degradante e embaraçoso episódio de violência doméstica de consequências imprevisíveis.

O terramoto que assolou a casa de rivais e inimigos, a inépcia dos seus atletas, a violência dos seus dirigentes, tão cedo não será esquecida. Uns e outros vão ter muito com que se coçar nos próximos meses.

terça-feira, 30 de junho de 2009

O sistema "en passant"

Fernando Mendes, ontem à noite na TVI24 disse que a sua transferência para o Porto foi feita da seguinte maneira:
  1. O Belenenses chegou a acordo com o Rayo Vallecano;
  2. O Fernando Mendes assinou contrato com o Rayo Vallecano;
  3. O contrato não foi registado porque era Sexta-Feira;
  4. O presidente do Belenenses reuniu-se com Pinto da Costa, na altura Presidente da Liga da Clubes, para se aconselhar sobre o sistema de pagamento acordado com o Rayo Vallecano;
  5. O Presidente da Liga de Clubes, na mesma reunião, coloca o chapéu de presidente do FC Porto e contrata Fernando Mendes.

As palavras foram ditas, ninguém as desmentiu ainda: Pinto da Costa utilizou o seu estatuto de Presidente da Liga de Clubes para obter benefício para o clube de que era presidente.

Ninguém se importa?...

O sistema "en passant"

Fernando Mendes, ontem à noite na TVI24 disse que a sua transferência para o Porto foi feita da seguinte maneira:
  1. O Belenenses chegou a acordo com o Rayo Vallecano;
  2. O Fernando Mendes assinou contrato com o Rayo Vallecano;
  3. O contrato não foi registado porque era Sexta-Feira;
  4. O presidente do Belenenses reuniu-se com Pinto da Costa, na altura Presidente da Liga da Clubes, para se aconselhar sobre o sistema de pagamento acordado com o Rayo Vallecano;
  5. O Presidente da Liga de Clubes, na mesma reunião, coloca o chapéu de presidente do FC Porto e contrata Fernando Mendes.

As palavras foram ditas, ninguém as desmentiu ainda: Pinto da Costa utilizou o seu estatuto de Presidente da Liga de Clubes para obter benefício para o clube de que era presidente.

Ninguém se importa?...

sábado, 24 de maio de 2008

Ai o sistema...

Facto 1: o Belenenses foi vítima de falsificação do "passaporte desportivo", perpretada pela Federação Espanhola de Futebol, uma vez que esta não assinalou a passagem de Meyong pelo Levante, o que determinaria a impossibilidade de jogar pelo clube português.
Facto 2: Meyong jogou um jogo pelo Belenenses (salvo erro cerca de 15 minutos);
Facto 3: o Belenenses foi sancionado com a derrota nesse jogo (com a Naval 1.º de Maio) e com a perda de mais 3 pontos.
Facto 4: o FC Porto foi vítima da falsificação do passaporte civil de Leandro Lima, perpretada pelo próprio;
Facto 5: Leandro Lima jogou diversos jogos, que o Porto ganhou.
Facto 6: a Comissão Disciplinar da Liga arquivou o processo contra o Porto.
Facto 7: a Comissão Disciplinar da Liga aplicou uma suspensão de 3 meses contra Leandro Lima que, assim, não poderá alinhar em jogos oficiais pelo Porto até ao final de... Agosto, justamente no período em que o Porto não terá jogos oficiais...
Já perceberam por que razão o Porto não recorreu da perda de seis pontos por recorrer a prostitutas para comprar árbitros? O sistema só lhe poderia aplicar uma sanção, daí ter sido - em relação ao Belenenses - tão peremptório na decisão e tão prolixo na fundamentação...

Ai o sistema...

Facto 1: o Belenenses foi vítima de falsificação do "passaporte desportivo", perpretada pela Federação Espanhola de Futebol, uma vez que esta não assinalou a passagem de Meyong pelo Levante, o que determinaria a impossibilidade de jogar pelo clube português.
Facto 2: Meyong jogou um jogo pelo Belenenses (salvo erro cerca de 15 minutos);
Facto 3: o Belenenses foi sancionado com a derrota nesse jogo (com a Naval 1.º de Maio) e com a perda de mais 3 pontos.
Facto 4: o FC Porto foi vítima da falsificação do passaporte civil de Leandro Lima, perpretada pelo próprio;
Facto 5: Leandro Lima jogou diversos jogos, que o Porto ganhou.
Facto 6: a Comissão Disciplinar da Liga arquivou o processo contra o Porto.
Facto 7: a Comissão Disciplinar da Liga aplicou uma suspensão de 3 meses contra Leandro Lima que, assim, não poderá alinhar em jogos oficiais pelo Porto até ao final de... Agosto, justamente no período em que o Porto não terá jogos oficiais...
Já perceberam por que razão o Porto não recorreu da perda de seis pontos por recorrer a prostitutas para comprar árbitros? O sistema só lhe poderia aplicar uma sanção, daí ter sido - em relação ao Belenenses - tão peremptório na decisão e tão prolixo na fundamentação...

terça-feira, 25 de março de 2008

Pinto da Costa vai a julgamento

O Porto, como sabemos, será muito provavelmente o vencedor do campeonato da primeira divisão este ano (essas coisas de "primeira liga", "super liga" não passam de mariquices). Só não sei com quantos pontos de avanço sobre o segundo classificado porque o caso Meyong (que resulta de uma inadvertida falsificação de documentos pela Federação Espanhola) pode ter consequências sobre o caso Leandro Lima (que resulta de uma inadvertida falsificação de documentos pela Confederação Brasileira), envolvendo este último - se não me engano - 24 pontos para o Porto.
Como todos vemos, o avanço do Porto, semana após semana, resulta da combinação de três factores:
primeiro: Benfica e Sporting perdem pontos;
segundo: Porto ganha pontos;
terceiro: quando o Porto não está a conseguir ganhar um jogo, lá aparece um elemento correctivo...
É óbvio que este terceiro factor é pouco abordado pelos comentadores televisivos que conformam as opiniões dos dias seguintes aos jogos: são na sua maioria pais de família, com responsabilidades financeiras, e não se lhes pode exigir que analisem imparcialmente as actuações do clube do seu patrão, nem se lhes pode exigir imparcialidade quando analisam o clube do seu coração ou o clube que lhe abriu as portas à carreira em que estão inseridos.
Nestes últimos 20 anos de colonização monocolor das estruturas directivas do futebol, da arbitragem e da imprensa desportiva, houve apenas um ano em que esse polvo foi efectivamente abalado: 2004/2005. E nesse ano, o polvo andou desnorteado...
Nestes últimos 20 anos, houve uma atitude metódica de organização do campeonato de futebol em torno de um clube, o que resultou na despromoção da segunda divisão (com as zonas norte, centro e sul) para um terceiro escalão, permitindo assim que uma peneira "de Honra" filtrasse os clubes que sobem ao primeiro escalão, e que são maioritariamente de uma única associação distrital, a do Porto, com clubes alimentados pela cabeça do polvo que, sempre que necessário, dão um jeito ao chefe.
Essa é a razão pela qual não há na primeira divisão qualquer clube alentejano, algarvio ou mesmo da Beira interior, ou de Trás-os-Montes: ficam longe do Porto.
Urge desmontar esse sistema centralista, urge recuperar o futebol para os adeptos a sério (que não são os de sofá), com jogos à tarde e não à noite, com equipas do Norte, do Centro e do Sul.
Urge pois desmontar o discurso segundo o qual só é possível competitividade e profissionalismo nas equipas do distrito do Porto.
O futebol aos adeptos, e os bandidos para a cadeia!

Pinto da Costa vai a julgamento

O Porto, como sabemos, será muito provavelmente o vencedor do campeonato da primeira divisão este ano (essas coisas de "primeira liga", "super liga" não passam de mariquices). Só não sei com quantos pontos de avanço sobre o segundo classificado porque o caso Meyong (que resulta de uma inadvertida falsificação de documentos pela Federação Espanhola) pode ter consequências sobre o caso Leandro Lima (que resulta de uma inadvertida falsificação de documentos pela Confederação Brasileira), envolvendo este último - se não me engano - 24 pontos para o Porto.
Como todos vemos, o avanço do Porto, semana após semana, resulta da combinação de três factores:
primeiro: Benfica e Sporting perdem pontos;
segundo: Porto ganha pontos;
terceiro: quando o Porto não está a conseguir ganhar um jogo, lá aparece um elemento correctivo...
É óbvio que este terceiro factor é pouco abordado pelos comentadores televisivos que conformam as opiniões dos dias seguintes aos jogos: são na sua maioria pais de família, com responsabilidades financeiras, e não se lhes pode exigir que analisem imparcialmente as actuações do clube do seu patrão, nem se lhes pode exigir imparcialidade quando analisam o clube do seu coração ou o clube que lhe abriu as portas à carreira em que estão inseridos.
Nestes últimos 20 anos de colonização monocolor das estruturas directivas do futebol, da arbitragem e da imprensa desportiva, houve apenas um ano em que esse polvo foi efectivamente abalado: 2004/2005. E nesse ano, o polvo andou desnorteado...
Nestes últimos 20 anos, houve uma atitude metódica de organização do campeonato de futebol em torno de um clube, o que resultou na despromoção da segunda divisão (com as zonas norte, centro e sul) para um terceiro escalão, permitindo assim que uma peneira "de Honra" filtrasse os clubes que sobem ao primeiro escalão, e que são maioritariamente de uma única associação distrital, a do Porto, com clubes alimentados pela cabeça do polvo que, sempre que necessário, dão um jeito ao chefe.
Essa é a razão pela qual não há na primeira divisão qualquer clube alentejano, algarvio ou mesmo da Beira interior, ou de Trás-os-Montes: ficam longe do Porto.
Urge desmontar esse sistema centralista, urge recuperar o futebol para os adeptos a sério (que não são os de sofá), com jogos à tarde e não à noite, com equipas do Norte, do Centro e do Sul.
Urge pois desmontar o discurso segundo o qual só é possível competitividade e profissionalismo nas equipas do distrito do Porto.
O futebol aos adeptos, e os bandidos para a cadeia!

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Interpretação dourada

O país futebolístico que não torce pelas cores do F.C.Porto e não recebe desta agremiação qualquer ceia composta por fruta e café com leite, conseguiu ver que (no jogo FCP vs SCP)Anderson Polga cortou uma bola, em desequilíbrio, e que a mesma foi em direcção ao seu guarda-redes (não sei o nome, mas é qualquer coisa como "Morettovic"), o qual a segurou com as mãos.
Acto contínuo, o árbitro (talvez com um ratinho no estômago, e a salivar por uma peça de fruta que lhe restabelecesse os açúcares) descortinou ali um passe e marcou livre indirecto a favor da equipa room-service, do qual resultou o único golo da partida.
Agora, veio a Comissão de Arbitragem "esclarecer" que, onde o International Football Association Board diz se «um defesa entra em tackle por detrás sobre um adversário que conduz a bola, conseguindo desarmar o adversário, indo a bola na direcção do guarda-redes, competirá ao árbitro decidir se a bola foi atirada deliberadamente em direcção ao guarda-redes para que este a possa agarrar e punir se o fizer», afinal o "dolo específico", a intenção (de onde vem o advérbio "deliberadamente") é irrelevante.
Vítor Pereira apenas poderá ser um bom chefe de árbitros se não se prestar a fretes e a interpretações abrogantes das leis do jogo. E depois admiram-se que os árbitros portugueses andem sempre na berlinda...

Interpretação dourada

O país futebolístico que não torce pelas cores do F.C.Porto e não recebe desta agremiação qualquer ceia composta por fruta e café com leite, conseguiu ver que (no jogo FCP vs SCP)Anderson Polga cortou uma bola, em desequilíbrio, e que a mesma foi em direcção ao seu guarda-redes (não sei o nome, mas é qualquer coisa como "Morettovic"), o qual a segurou com as mãos.
Acto contínuo, o árbitro (talvez com um ratinho no estômago, e a salivar por uma peça de fruta que lhe restabelecesse os açúcares) descortinou ali um passe e marcou livre indirecto a favor da equipa room-service, do qual resultou o único golo da partida.
Agora, veio a Comissão de Arbitragem "esclarecer" que, onde o International Football Association Board diz se «um defesa entra em tackle por detrás sobre um adversário que conduz a bola, conseguindo desarmar o adversário, indo a bola na direcção do guarda-redes, competirá ao árbitro decidir se a bola foi atirada deliberadamente em direcção ao guarda-redes para que este a possa agarrar e punir se o fizer», afinal o "dolo específico", a intenção (de onde vem o advérbio "deliberadamente") é irrelevante.
Vítor Pereira apenas poderá ser um bom chefe de árbitros se não se prestar a fretes e a interpretações abrogantes das leis do jogo. E depois admiram-se que os árbitros portugueses andem sempre na berlinda...

domingo, 19 de agosto de 2007

Apito encarnado? (II)

Do Público de hoje: [Alípio Ribeiro, Director Nacional da] PJ classifica este dossier anónimo, que ficou conhecido como Apito Encarnado, como um "conjunto de papéis com insinuações pessoais torpes que coloca os seus autores anónimos ao nível da patologia e não da cidadania" e considera que a "justiça não pode ficar refém de condutas eticamente condenáveis e penalmente irrelevantes".

Apito encarnado? (II)

Do Público de hoje: [Alípio Ribeiro, Director Nacional da] PJ classifica este dossier anónimo, que ficou conhecido como Apito Encarnado, como um "conjunto de papéis com insinuações pessoais torpes que coloca os seus autores anónimos ao nível da patologia e não da cidadania" e considera que a "justiça não pode ficar refém de condutas eticamente condenáveis e penalmente irrelevantes".

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Apito encarnado?

Via Mágico SLB (link) chego ao documento anónimo entregue na PGR (link) e que, supostamente, contem revelações bombásticas sobre alguns dos actores do circo em que se tornou os bastidores do futebol português.É um documento giro, aparentemente impresso em papel timbrado da Policia Judiciaria.
Uma leitura rápida na vertical demonstra imediatamente algumas evidências. Se a coisa foi redigida por investigadores criminais existe motivo para enorme preocupação: erros gramaticais, graves juízos de valor, gravíssimos erros de direito e uma forma anormal de referenciar certas pessoas.
Não é preciso ser nenhum especialista em criminologia para rapidamente compreender que aquele documento “apita” muito pouco e o que apita de encarnado nada tem.
Não se pode dizer sequer que a montanha pariu um rato. Talvez um monte tenha parido uma pulga.

Apito encarnado?

Via Mágico SLB (link) chego ao documento anónimo entregue na PGR (link) e que, supostamente, contem revelações bombásticas sobre alguns dos actores do circo em que se tornou os bastidores do futebol português.É um documento giro, aparentemente impresso em papel timbrado da Policia Judiciaria.
Uma leitura rápida na vertical demonstra imediatamente algumas evidências. Se a coisa foi redigida por investigadores criminais existe motivo para enorme preocupação: erros gramaticais, graves juízos de valor, gravíssimos erros de direito e uma forma anormal de referenciar certas pessoas.
Não é preciso ser nenhum especialista em criminologia para rapidamente compreender que aquele documento “apita” muito pouco e o que apita de encarnado nada tem.
Não se pode dizer sequer que a montanha pariu um rato. Talvez um monte tenha parido uma pulga.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Jornalista "apanhado"?

O Correio da Manhã, sempre muito atento aos pormenores sórdidos e rocambolescos que as escuta telefónicas vão proporcionado, conta-nos hoje uma história deliciosa: António Tavares-Teles, jornalista de ‘O Jogo’ e autor da crónica semanal naquele diário intitulada ‘O Pato’, foi apanhado nas escutas telefónicas do ‘Apito Dourado’ a combinar um texto com Pinto da Costa, que iria ser publicado no dia seguinte no jornal desportivo. A conversa foi interceptada a 28 de Novembro de 2003 e foi o jornalista que contactou o dirigente desportivo. Vale a pena ler a noticia toda, aqui (link).

Jornalista "apanhado"?

O Correio da Manhã, sempre muito atento aos pormenores sórdidos e rocambolescos que as escuta telefónicas vão proporcionado, conta-nos hoje uma história deliciosa: António Tavares-Teles, jornalista de ‘O Jogo’ e autor da crónica semanal naquele diário intitulada ‘O Pato’, foi apanhado nas escutas telefónicas do ‘Apito Dourado’ a combinar um texto com Pinto da Costa, que iria ser publicado no dia seguinte no jornal desportivo. A conversa foi interceptada a 28 de Novembro de 2003 e foi o jornalista que contactou o dirigente desportivo. Vale a pena ler a noticia toda, aqui (link).

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Ana Paula Oliveira


Veja aqui (link) muitas mais (e muito boas) razões pelas quais a arbitragem portuguesa não passa da cepa torta.

Ana Paula Oliveira


Veja aqui (link) muitas mais (e muito boas) razões pelas quais a arbitragem portuguesa não passa da cepa torta.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Epifenómenos

Nota a despropósito (1): Al Capone só foi preso por questões fiscais, nunca tendo sido julgado culpado por homicídios, extorsões, etc.
Nota a despropósito (2) não tendo nada que ver com a referência a extorsões e ameaças: A co-autora do livro "Eu Carolina", Maria Fernanda de Freitas, queixa-se de continuar sem ver um tostão pela venda, quando, diz, deveria ter recebido 30%, conforme o combinado. E adiantou que escreveu sem ter visto um documento que comprovasse as afirmações da autora principal.
Nota a despropósito (3): A notícia de irregularidades na inscrição dos jogadores não comunitários (e que envolvem factos tão fantasiosos como a existência de um contrato fictício como cozinheira da mãe de Anderson), só pode ser falsa, uma vez que (nos termos de uma queixa apresentada contra uns humoristas mouros e sem sentido de Estado) o líder portista “é estimado por todas as pessoas que o conhecem como sendo um homem íntegro, honesto, honrado, pacífico, ordeiro e defensor dos mais elevados valores morais e sociais.” Para testemunhar isto mesmo Pinto da Costa indicou como suas testemunhas os não menos íntegros, honestos, honrados, pacíficos, ordeiros e defensores dos mais elevados valores morais e sociais Joaquim Oliveira, Reinaldo Teles e Adelino Caldeira.

Epifenómenos

Nota a despropósito (1): Al Capone só foi preso por questões fiscais, nunca tendo sido julgado culpado por homicídios, extorsões, etc.
Nota a despropósito (2) não tendo nada que ver com a referência a extorsões e ameaças: A co-autora do livro "Eu Carolina", Maria Fernanda de Freitas, queixa-se de continuar sem ver um tostão pela venda, quando, diz, deveria ter recebido 30%, conforme o combinado. E adiantou que escreveu sem ter visto um documento que comprovasse as afirmações da autora principal.
Nota a despropósito (3): A notícia de irregularidades na inscrição dos jogadores não comunitários (e que envolvem factos tão fantasiosos como a existência de um contrato fictício como cozinheira da mãe de Anderson), só pode ser falsa, uma vez que (nos termos de uma queixa apresentada contra uns humoristas mouros e sem sentido de Estado) o líder portista “é estimado por todas as pessoas que o conhecem como sendo um homem íntegro, honesto, honrado, pacífico, ordeiro e defensor dos mais elevados valores morais e sociais.” Para testemunhar isto mesmo Pinto da Costa indicou como suas testemunhas os não menos íntegros, honestos, honrados, pacíficos, ordeiros e defensores dos mais elevados valores morais e sociais Joaquim Oliveira, Reinaldo Teles e Adelino Caldeira.