Com tanto assunto para se entreter é triste quando a blogosfera se entrega a coisas como esta (link) e esta (link).
Quanto a Carlos Abreu Amorim há muito (como escrevi aqui (link) já lá vão uns anos) que passei a “mudar de canal” sempre que tenho o azar de tropeçar como ele. Quanto a Daniel Oliveira, mutatis mutandis vale o que lá escrevi sobre o pacóvio nortenho.
Vá, meninas…, arranjem uma vidinha.
[já agora, sobre o(s) assunto(s) em epigrafe ler terra queimada (link) de João Távora]
Mostrar mensagens com a etiqueta as saudades que eu já tinha de insultar alguem da blogosfera. Mostrar todas as mensagens
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
...o cheiro é que é diferente
Com tanto assunto para se entreter é triste quando a blogosfera se entrega a coisas como esta (link) e esta (link).
Quanto a Carlos Abreu Amorim há muito (como escrevi aqui (link) já lá vão uns anos) que passei a “mudar de canal” sempre que tenho o azar de tropeçar como ele. Quanto a Daniel Oliveira, mutatis mutandis vale o que lá escrevi sobre o pacóvio nortenho.
Vá, meninas…, arranjem uma vidinha.
[já agora, sobre o(s) assunto(s) em epigrafe ler terra queimada (link) de João Távora]
Quanto a Carlos Abreu Amorim há muito (como escrevi aqui (link) já lá vão uns anos) que passei a “mudar de canal” sempre que tenho o azar de tropeçar como ele. Quanto a Daniel Oliveira, mutatis mutandis vale o que lá escrevi sobre o pacóvio nortenho.
Vá, meninas…, arranjem uma vidinha.
[já agora, sobre o(s) assunto(s) em epigrafe ler terra queimada (link) de João Távora]
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Os orgasmos que Ana Gomes não tem
Eu estava sem fala e dava-me também para sorrir, cabeça e coração fervilhantes de admiração, contentamento e esperança.
Não, Ana Gomes não tinha acabado de ter um orgasmo, e esta não é uma conversa de alcova. Ana Gomes estava em Denver, na semana passada, na convenção do Partido Democrático e descrevia daquela forma na página 4 do Público do passado dia 30 de Agosto a sua completa rendição a Obama.
A porca mais suja da política portuguesa – quem se lava com frequência não tem aquele ar merdoso – esteve na semana passada na América do Norte, mas hoje já está em Africa, em Angola. Mas antes de mais uma viagem à conta do orçamento, Ana Gomes, ainda teve tempo para regurgitar mais um dos habituais escarros de ódio.
Há muito que perdi a paciência e o respeito para estes bandalhos da esquerda putativamente bem-pensante. Na minha opinião nada mais resta do que descer ao seu infra nível, espezinha-los, cobri-los (salvo seja) com petróleo e penas.
Felizmente ainda há quem os ature. É o caso do CAA e da Sofia Loureiro dos Santos.
Apenas mais uma coisa. Foi nesta pobre indigente que alguns portugueses votaram para por ela serem representados no Parlamento Europeu. No fundo, a culpa de existirem anãs Gomes (não é gralha) não é dos pobres dos seus paizinhos. Mas sim em que em tais doentes vota.
Não, Ana Gomes não tinha acabado de ter um orgasmo, e esta não é uma conversa de alcova. Ana Gomes estava em Denver, na semana passada, na convenção do Partido Democrático e descrevia daquela forma na página 4 do Público do passado dia 30 de Agosto a sua completa rendição a Obama.
A porca mais suja da política portuguesa – quem se lava com frequência não tem aquele ar merdoso – esteve na semana passada na América do Norte, mas hoje já está em Africa, em Angola. Mas antes de mais uma viagem à conta do orçamento, Ana Gomes, ainda teve tempo para regurgitar mais um dos habituais escarros de ódio.
Há muito que perdi a paciência e o respeito para estes bandalhos da esquerda putativamente bem-pensante. Na minha opinião nada mais resta do que descer ao seu infra nível, espezinha-los, cobri-los (salvo seja) com petróleo e penas.
Felizmente ainda há quem os ature. É o caso do CAA e da Sofia Loureiro dos Santos.
Apenas mais uma coisa. Foi nesta pobre indigente que alguns portugueses votaram para por ela serem representados no Parlamento Europeu. No fundo, a culpa de existirem anãs Gomes (não é gralha) não é dos pobres dos seus paizinhos. Mas sim em que em tais doentes vota.
Os orgasmos que Ana Gomes não tem
Eu estava sem fala e dava-me também para sorrir, cabeça e coração fervilhantes de admiração, contentamento e esperança.
Não, Ana Gomes não tinha acabado de ter um orgasmo, e esta não é uma conversa de alcova. Ana Gomes estava em Denver, na semana passada, na convenção do Partido Democrático e descrevia daquela forma na página 4 do Público do passado dia 30 de Agosto a sua completa rendição a Obama.
A porca mais suja da política portuguesa – quem se lava com frequência não tem aquele ar merdoso – esteve na semana passada na América do Norte, mas hoje já está em Africa, em Angola. Mas antes de mais uma viagem à conta do orçamento, Ana Gomes, ainda teve tempo para regurgitar mais um dos habituais escarros de ódio.
Há muito que perdi a paciência e o respeito para estes bandalhos da esquerda putativamente bem-pensante. Na minha opinião nada mais resta do que descer ao seu infra nível, espezinha-los, cobri-los (salvo seja) com petróleo e penas.
Felizmente ainda há quem os ature. É o caso do CAA e da Sofia Loureiro dos Santos.
Apenas mais uma coisa. Foi nesta pobre indigente que alguns portugueses votaram para por ela serem representados no Parlamento Europeu. No fundo, a culpa de existirem anãs Gomes (não é gralha) não é dos pobres dos seus paizinhos. Mas sim em que em tais doentes vota.
Não, Ana Gomes não tinha acabado de ter um orgasmo, e esta não é uma conversa de alcova. Ana Gomes estava em Denver, na semana passada, na convenção do Partido Democrático e descrevia daquela forma na página 4 do Público do passado dia 30 de Agosto a sua completa rendição a Obama.
A porca mais suja da política portuguesa – quem se lava com frequência não tem aquele ar merdoso – esteve na semana passada na América do Norte, mas hoje já está em Africa, em Angola. Mas antes de mais uma viagem à conta do orçamento, Ana Gomes, ainda teve tempo para regurgitar mais um dos habituais escarros de ódio.
Há muito que perdi a paciência e o respeito para estes bandalhos da esquerda putativamente bem-pensante. Na minha opinião nada mais resta do que descer ao seu infra nível, espezinha-los, cobri-los (salvo seja) com petróleo e penas.
Felizmente ainda há quem os ature. É o caso do CAA e da Sofia Loureiro dos Santos.
Apenas mais uma coisa. Foi nesta pobre indigente que alguns portugueses votaram para por ela serem representados no Parlamento Europeu. No fundo, a culpa de existirem anãs Gomes (não é gralha) não é dos pobres dos seus paizinhos. Mas sim em que em tais doentes vota.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Ide bugiar
E querem lá pôr quem? O Fernando Rosas, não? Ou o Anacleto, talvez? A Helena Pinto é que ficava lá a matar…
Etiquetas:
as saudades que eu já tinha de insultar alguem da blogosfera,
não há pachorra para tanta parvoíce junta
Ide bugiar
E querem lá pôr quem? O Fernando Rosas, não? Ou o Anacleto, talvez? A Helena Pinto é que ficava lá a matar…
Etiquetas:
as saudades que eu já tinha de insultar alguem da blogosfera,
não há pachorra para tanta parvoíce junta
domingo, 3 de fevereiro de 2008
A blogosfera da direita liberal
Entretida e desenterrar o fantasma do penúltimo regicídio verificado em Portugal (não se esqueçam do Sidónio...), a blogosfera da direita liberal apenas tem feito pausas para se referir a José Sócrates.
Aponta o dedo a José Sócrates por este - há 20 anos - ter assinado uns projectos privados de engenharia de duvidosa beleza, e especulando que não seria o verdadeiro autor dos mesmos.
Esquece-se a blogosfera da direita liberal das responsabilidades (pelo menos) políticas de Telmo Correia que - na madrugada da tomada de posse de Sócrates, assinou 300 despachos (tre-zen-tos!!!), entre os quais uma verdadeira doação do edifício onde funciona - concessionado - o Casino de Lisboa.
Seria curioso sabermos quantos dos 300 despachos que Telmo assinou foram preparados pelos mesmos bloggers que agora assobiam para o ar...
A blogosfera da direita liberal
Entretida e desenterrar o fantasma do penúltimo regicídio verificado em Portugal (não se esqueçam do Sidónio...), a blogosfera da direita liberal apenas tem feito pausas para se referir a José Sócrates.
Aponta o dedo a José Sócrates por este - há 20 anos - ter assinado uns projectos privados de engenharia de duvidosa beleza, e especulando que não seria o verdadeiro autor dos mesmos.
Esquece-se a blogosfera da direita liberal das responsabilidades (pelo menos) políticas de Telmo Correia que - na madrugada da tomada de posse de Sócrates, assinou 300 despachos (tre-zen-tos!!!), entre os quais uma verdadeira doação do edifício onde funciona - concessionado - o Casino de Lisboa.
Seria curioso sabermos quantos dos 300 despachos que Telmo assinou foram preparados pelos mesmos bloggers que agora assobiam para o ar...
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A natureza da ciência
Volta e meia a Ciência manifesta-se para nos dizer o que é a Verdade. E é mesmo a Ciência que surge, apesar de falar através dos seus profetas, os cientistas, que têm sempre a Certeza na boca, pese embora digam sempre (raramente acerca dos seus próprios domínios...) que é verdade absoluta não haver verdades absolutas. Vem este post a propósito de um dos "best-sellers" do ano, o livro "O Segredo". Trata-se de um livro de auto-ajuda que pretende apresentar, de forma organizada, uma "lei da atracção" segundo a qual os pensamentos gerarão consequências físicas. Parece que no livro (que não ainda li), há cientistas que defendem a validade dessa lei, e que se baseiam na mecânica quântica (coisa de que percebo tanto como o Fernando Santos de tácticas de futebol), e aí está o crime, sempre que aparece um cientista desalinhado, a censura corporativa cai-lhe em cima com estrepitosa potência:
Mais, a Ciência (que não gosta que se se sentir apalpada), também é uma óptima conselheira literária, e neste momento a Ciência diz-lhe para não ler obras de ficção mágica (lá terão "Os Lusíadas" de ser retirados dos programas escolares...):«Pode até haver um dois cientistas confundidos e que gostam de confundir os outros, mas duas ou três andorinhas não fazem a Primavera. Um grupo de dois ou três cientistas não formam a comunidade científica. Alguns cientistas também "se passam" e, nesse caso, as habilitações anteriores não lhes servem de nada...»
«Neste momento quase toda a gente em quase todo o mundo está a comprar "O Segredo" e o "Harry Potter". (...) Mas julgo que só há uma maneira de o contrariar: incrementar a cultura científica, o que passa por mais e melhor ciência na escola. A escola - que deveria transmitir uma atitude científica - é fundamental para não nos deixarmos iludir.»Enfim, é Ciência que nos dá a Verdade, tudo o resto é erro e opróbrio:
Fico à espero de ler no De Rerum Natura uma análise científica com o mesmo nível de desassombramento sobre um livro e sobre uma ideia:«Muitos cientistas pertencem a organizações que defendem o cepticismo e a razão, que estão subjacentes à ciência e que são os meios mais eficazes para nos confrontarmos com a realidade.»
Em primeiro lugar, a Bíblia (que sob o ponto de vista que descortinamos no De Rerum Natura também não passa de um livro de auto-ajuda cheio de ficções mágicas);
Em segundo lugar, a ideia de Deus. É que, se é por ser «necessária uma base empírica sólida e o consenso da comunidade científica», que o «"princípio de atracção" pura e simplesmente não existe na física quântica», então o De Rerum Natura está em condições de anunciar ao mundo que Deus não existe?
A natureza da ciência
Volta e meia a Ciência manifesta-se para nos dizer o que é a Verdade. E é mesmo a Ciência que surge, apesar de falar através dos seus profetas, os cientistas, que têm sempre a Certeza na boca, pese embora digam sempre (raramente acerca dos seus próprios domínios...) que é verdade absoluta não haver verdades absolutas. Vem este post a propósito de um dos "best-sellers" do ano, o livro "O Segredo". Trata-se de um livro de auto-ajuda que pretende apresentar, de forma organizada, uma "lei da atracção" segundo a qual os pensamentos gerarão consequências físicas. Parece que no livro (que não ainda li), há cientistas que defendem a validade dessa lei, e que se baseiam na mecânica quântica (coisa de que percebo tanto como o Fernando Santos de tácticas de futebol), e aí está o crime, sempre que aparece um cientista desalinhado, a censura corporativa cai-lhe em cima com estrepitosa potência:
Mais, a Ciência (que não gosta que se se sentir apalpada), também é uma óptima conselheira literária, e neste momento a Ciência diz-lhe para não ler obras de ficção mágica (lá terão "Os Lusíadas" de ser retirados dos programas escolares...):«Pode até haver um dois cientistas confundidos e que gostam de confundir os outros, mas duas ou três andorinhas não fazem a Primavera. Um grupo de dois ou três cientistas não formam a comunidade científica. Alguns cientistas também "se passam" e, nesse caso, as habilitações anteriores não lhes servem de nada...»
«Neste momento quase toda a gente em quase todo o mundo está a comprar "O Segredo" e o "Harry Potter". (...) Mas julgo que só há uma maneira de o contrariar: incrementar a cultura científica, o que passa por mais e melhor ciência na escola. A escola - que deveria transmitir uma atitude científica - é fundamental para não nos deixarmos iludir.»Enfim, é Ciência que nos dá a Verdade, tudo o resto é erro e opróbrio:
Fico à espero de ler no De Rerum Natura uma análise científica com o mesmo nível de desassombramento sobre um livro e sobre uma ideia:«Muitos cientistas pertencem a organizações que defendem o cepticismo e a razão, que estão subjacentes à ciência e que são os meios mais eficazes para nos confrontarmos com a realidade.»
Em primeiro lugar, a Bíblia (que sob o ponto de vista que descortinamos no De Rerum Natura também não passa de um livro de auto-ajuda cheio de ficções mágicas);
Em segundo lugar, a ideia de Deus. É que, se é por ser «necessária uma base empírica sólida e o consenso da comunidade científica», que o «"princípio de atracção" pura e simplesmente não existe na física quântica», então o De Rerum Natura está em condições de anunciar ao mundo que Deus não existe?
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Carlos Abreu Amorim
Existe por ai muita alma que gosta de ver o Prós e Contras; aquela espécie de debate para entreter o povo no primeiro canal da estação de televisão oficial do partido socialista.
Quando por azar tropeço no programa, vislumbro esse pavão boçal que responde pelo nome de Carlos Abreu Amorim. Quedo-me um pouco até que a figura abra a boca, na esperança de ter uma ideia sua para comentar. A boca do Carlos abre e fecha, abre e fecha, abre e fecha, qual ventrículo, e… nada. Sai som, sai ar. Mas nada parecido com uma ideia. Tenho pena. Julgava que era desta que CAA iria criar algum valor. Não foi. Tenho mesmo pena. Coitado do homem, veio de tão longe. E sem TGV…
Quando por azar tropeço no programa, vislumbro esse pavão boçal que responde pelo nome de Carlos Abreu Amorim. Quedo-me um pouco até que a figura abra a boca, na esperança de ter uma ideia sua para comentar. A boca do Carlos abre e fecha, abre e fecha, abre e fecha, qual ventrículo, e… nada. Sai som, sai ar. Mas nada parecido com uma ideia. Tenho pena. Julgava que era desta que CAA iria criar algum valor. Não foi. Tenho mesmo pena. Coitado do homem, veio de tão longe. E sem TGV…
Carlos Abreu Amorim
Existe por ai muita alma que gosta de ver o Prós e Contras; aquela espécie de debate para entreter o povo no primeiro canal da estação de televisão oficial do partido socialista.
Quando por azar tropeço no programa, vislumbro esse pavão boçal que responde pelo nome de Carlos Abreu Amorim. Quedo-me um pouco até que a figura abra a boca, na esperança de ter uma ideia sua para comentar. A boca do Carlos abre e fecha, abre e fecha, abre e fecha, qual ventrículo, e… nada. Sai som, sai ar. Mas nada parecido com uma ideia. Tenho pena. Julgava que era desta que CAA iria criar algum valor. Não foi. Tenho mesmo pena. Coitado do homem, veio de tão longe. E sem TGV…
Quando por azar tropeço no programa, vislumbro esse pavão boçal que responde pelo nome de Carlos Abreu Amorim. Quedo-me um pouco até que a figura abra a boca, na esperança de ter uma ideia sua para comentar. A boca do Carlos abre e fecha, abre e fecha, abre e fecha, qual ventrículo, e… nada. Sai som, sai ar. Mas nada parecido com uma ideia. Tenho pena. Julgava que era desta que CAA iria criar algum valor. Não foi. Tenho mesmo pena. Coitado do homem, veio de tão longe. E sem TGV…
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