Assim, sim; magnifica reflexão (link).
É desta massa critica que o Benfica, agora e sempre, precisa. E não de sound bytes que mais parecem disparos de metralhadora acima e abaixo pelos twitteres desse mundo. Muito menos de bloguistas que estão para o Benfica como os abrantes-spin-doctors estão para Sócrates e para o Governo PS
Mas isto, analise critica e assertiva, não é fácil. Desde logo dá trabalho…, mas não só!
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Luís Filipe Vieira
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Luís Filipe Vieira
Assim, sim; magnifica reflexão (link).
É desta massa critica que o Benfica, agora e sempre, precisa. E não de sound bytes que mais parecem disparos de metralhadora acima e abaixo pelos twitteres desse mundo. Muito menos de bloguistas que estão para o Benfica como os abrantes-spin-doctors estão para Sócrates e para o Governo PS
Mas isto, analise critica e assertiva, não é fácil. Desde logo dá trabalho…, mas não só!
É desta massa critica que o Benfica, agora e sempre, precisa. E não de sound bytes que mais parecem disparos de metralhadora acima e abaixo pelos twitteres desse mundo. Muito menos de bloguistas que estão para o Benfica como os abrantes-spin-doctors estão para Sócrates e para o Governo PS
Mas isto, analise critica e assertiva, não é fácil. Desde logo dá trabalho…, mas não só!
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
É um aborrecimento, ter razão antes do tempo
Passaram-se cerca de dois meses desde a última vez que tinha escrito algo articulado sobre o Benfica. E, nas Redes Sociais, sempre que se falava nas vitórias consecutivas, na baliza inviolada, no regresso do campeão, eu deixava o balanço para do dia depois do Dragão.Infelizmente, hoje, não há grande coisa a acrescentar ao que eu escrevi aqui (link) – maxime “quarto e quinto acto”.
Lamento mas a humilhação de ontem não me surpreende por ai além; há dois meses já questionava qual seria a próxima. Lamento, mas as escolhas de JJ também não; como disse há dois meses “este ano temos outro Jesus, aquele que desceu de divisão com o Felgueiras”.
Gostava pois de acrescentar algo mais ao que já tinha sido dito, sublinho, há dois meses. Mas não sei ou não consigo. Deitar combustível na fogueira não faz o meu género, a menos que a “terra queimada” seja a politica a seguir. Ainda é cedo. Há que fazer a digestão. Lamber as feridas. Aguentar e não chorar.
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É um aborrecimento, ter razão antes do tempo
Passaram-se cerca de dois meses desde a última vez que tinha escrito algo articulado sobre o Benfica. E, nas Redes Sociais, sempre que se falava nas vitórias consecutivas, na baliza inviolada, no regresso do campeão, eu deixava o balanço para do dia depois do Dragão.Infelizmente, hoje, não há grande coisa a acrescentar ao que eu escrevi aqui (link) – maxime “quarto e quinto acto”.
Lamento mas a humilhação de ontem não me surpreende por ai além; há dois meses já questionava qual seria a próxima. Lamento, mas as escolhas de JJ também não; como disse há dois meses “este ano temos outro Jesus, aquele que desceu de divisão com o Felgueiras”.
Gostava pois de acrescentar algo mais ao que já tinha sido dito, sublinho, há dois meses. Mas não sei ou não consigo. Deitar combustível na fogueira não faz o meu género, a menos que a “terra queimada” seja a politica a seguir. Ainda é cedo. Há que fazer a digestão. Lamber as feridas. Aguentar e não chorar.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
80
Amanhã o meu pai faz oitenta anos.
Ontem, ao remexer o fundo do baú das fotos em casa dos meus pais, à procura de algo que não vem ao caso, tropecei com uma foto clássica da família. Um retrato, daqueles retratos à antiga. Em que o meu pai muito miúdo (talvez com uns três ou quatro anos) está sentado ao colo do meu avô Raul que, infelizmente, apenas pude conhecer através dessa e doutras (poucas) imagens.
E chamo à colação aqui neste texto essa foto, porque o meu pai está vestido com uma calças brancas e uma camisola encarnada, com o símbolo do Benfica junto do seu coração (um dia postarei aqui essa imagem).
Não estamos a falar de ontem ou do ano passado; estamos a falar de uma imagem com mais de setenta anos que nos lança para os longínquos anos 30 do século passado.
Não foi pois com espanto que vi o meu pai abdicar, amanhã, de um relaxante jantar de comemoração do seu octogésimo aniversário, na companhia dos que mais gosta, para estar lá, na Catedral, a essa mesma hora. A razão é simples: joga o Benfica!
Hoje, aproveitei o feriado para dar um salto à Luz. Comprar a prenda ao meu pai que lhe tinha prometido há cerca de cinco anos, numa noite em que fomos a Leiria, ver o Benfica, claro.
Nessa noite o meu pai levou consigo a prenda que lhe dei faz amanhã, precisamente, dez anos: um manto sagrado original. E nessa noite prometi-lhe que ao chegar ao dia de amanhã teria outro, Manto Sagrado, novinho em folha e, preferencialmente, com o escudo na manga.

Aqui está ele. Deitei às ortigas toda a polémica em torno dos emplastros publicitários que mancham o lindo Manto…, a brincadeira saiu caríssima…, mas seria com muito orgulho e muito amor que a repetiria daqui a dez anos, caso Deus e o Destino o permitam.

Nunca esqueçam…, é disto que falo quando aqui falo do Benfica!
Ontem, ao remexer o fundo do baú das fotos em casa dos meus pais, à procura de algo que não vem ao caso, tropecei com uma foto clássica da família. Um retrato, daqueles retratos à antiga. Em que o meu pai muito miúdo (talvez com uns três ou quatro anos) está sentado ao colo do meu avô Raul que, infelizmente, apenas pude conhecer através dessa e doutras (poucas) imagens.
E chamo à colação aqui neste texto essa foto, porque o meu pai está vestido com uma calças brancas e uma camisola encarnada, com o símbolo do Benfica junto do seu coração (um dia postarei aqui essa imagem).
Não estamos a falar de ontem ou do ano passado; estamos a falar de uma imagem com mais de setenta anos que nos lança para os longínquos anos 30 do século passado.
Não foi pois com espanto que vi o meu pai abdicar, amanhã, de um relaxante jantar de comemoração do seu octogésimo aniversário, na companhia dos que mais gosta, para estar lá, na Catedral, a essa mesma hora. A razão é simples: joga o Benfica!
Hoje, aproveitei o feriado para dar um salto à Luz. Comprar a prenda ao meu pai que lhe tinha prometido há cerca de cinco anos, numa noite em que fomos a Leiria, ver o Benfica, claro.
Nessa noite o meu pai levou consigo a prenda que lhe dei faz amanhã, precisamente, dez anos: um manto sagrado original. E nessa noite prometi-lhe que ao chegar ao dia de amanhã teria outro, Manto Sagrado, novinho em folha e, preferencialmente, com o escudo na manga.
Aqui está ele. Deitei às ortigas toda a polémica em torno dos emplastros publicitários que mancham o lindo Manto…, a brincadeira saiu caríssima…, mas seria com muito orgulho e muito amor que a repetiria daqui a dez anos, caso Deus e o Destino o permitam.
Nunca esqueçam…, é disto que falo quando aqui falo do Benfica!
80
Amanhã o meu pai faz oitenta anos.
Ontem, ao remexer o fundo do baú das fotos em casa dos meus pais, à procura de algo que não vem ao caso, tropecei com uma foto clássica da família. Um retrato, daqueles retratos à antiga. Em que o meu pai muito miúdo (talvez com uns três ou quatro anos) está sentado ao colo do meu avô Raul que, infelizmente, apenas pude conhecer através dessa e doutras (poucas) imagens.
E chamo à colação aqui neste texto essa foto, porque o meu pai está vestido com uma calças brancas e uma camisola encarnada, com o símbolo do Benfica junto do seu coração (um dia postarei aqui essa imagem).
Não estamos a falar de ontem ou do ano passado; estamos a falar de uma imagem com mais de setenta anos que nos lança para os longínquos anos 30 do século passado.
Não foi pois com espanto que vi o meu pai abdicar, amanhã, de um relaxante jantar de comemoração do seu octogésimo aniversário, na companhia dos que mais gosta, para estar lá, na Catedral, a essa mesma hora. A razão é simples: joga o Benfica!
Hoje, aproveitei o feriado para dar um salto à Luz. Comprar a prenda ao meu pai que lhe tinha prometido há cerca de cinco anos, numa noite em que fomos a Leiria, ver o Benfica, claro.
Nessa noite o meu pai levou consigo a prenda que lhe dei faz amanhã, precisamente, dez anos: um manto sagrado original. E nessa noite prometi-lhe que ao chegar ao dia de amanhã teria outro, Manto Sagrado, novinho em folha e, preferencialmente, com o escudo na manga.

Aqui está ele. Deitei às ortigas toda a polémica em torno dos emplastros publicitários que mancham o lindo Manto…, a brincadeira saiu caríssima…, mas seria com muito orgulho e muito amor que a repetiria daqui a dez anos, caso Deus e o Destino o permitam.

Nunca esqueçam…, é disto que falo quando aqui falo do Benfica!
Ontem, ao remexer o fundo do baú das fotos em casa dos meus pais, à procura de algo que não vem ao caso, tropecei com uma foto clássica da família. Um retrato, daqueles retratos à antiga. Em que o meu pai muito miúdo (talvez com uns três ou quatro anos) está sentado ao colo do meu avô Raul que, infelizmente, apenas pude conhecer através dessa e doutras (poucas) imagens.
E chamo à colação aqui neste texto essa foto, porque o meu pai está vestido com uma calças brancas e uma camisola encarnada, com o símbolo do Benfica junto do seu coração (um dia postarei aqui essa imagem).
Não estamos a falar de ontem ou do ano passado; estamos a falar de uma imagem com mais de setenta anos que nos lança para os longínquos anos 30 do século passado.
Não foi pois com espanto que vi o meu pai abdicar, amanhã, de um relaxante jantar de comemoração do seu octogésimo aniversário, na companhia dos que mais gosta, para estar lá, na Catedral, a essa mesma hora. A razão é simples: joga o Benfica!
Hoje, aproveitei o feriado para dar um salto à Luz. Comprar a prenda ao meu pai que lhe tinha prometido há cerca de cinco anos, numa noite em que fomos a Leiria, ver o Benfica, claro.
Nessa noite o meu pai levou consigo a prenda que lhe dei faz amanhã, precisamente, dez anos: um manto sagrado original. E nessa noite prometi-lhe que ao chegar ao dia de amanhã teria outro, Manto Sagrado, novinho em folha e, preferencialmente, com o escudo na manga.
Aqui está ele. Deitei às ortigas toda a polémica em torno dos emplastros publicitários que mancham o lindo Manto…, a brincadeira saiu caríssima…, mas seria com muito orgulho e muito amor que a repetiria daqui a dez anos, caso Deus e o Destino o permitam.
Nunca esqueçam…, é disto que falo quando aqui falo do Benfica!
domingo, 19 de setembro de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Estação Primavera/Verão 2010 (III)
Com quatro palavras apenas: de ir às lágrimas!
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fruta da época
Estação Primavera/Verão 2010 (III)
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Não queremos o azul TMN a estragar a camisola do Benfica!
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Não queremos o azul TMN a estragar a camisola do Benfica!
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Mais de sessenta e quatro mil num orgasmo colectivo
A presença, ontem, de Ricardo Araújo Pereira “obrigou-me” a assistir à emissão do “Debate” da Tertúlia Benfiquista na Benfica TV.
Mas o que me deixou a pensar não foi o RAP, mas sim o comentário de um dos tertulianos que cito de cor: “Portugal não merece o Benfica que tem”.
De facto, este país (há muito que já) não é para novos; nem para velhos; muito menos para gente de meia-idade; nem sequer para nascituros e muito menos para concepturos .
O meu pai costuma dizer-me que provavelmente não terá emigrado por causa do Benfica. Eu compreendo muito bem. Sempre que a ideia de dar novos mundos ao meu mundo me assalta…, para logo ali ao lado quando penso que posso ficar “sem” o meu Querido Clube.
Não sendo este país para rigorosamente ninguém, salvamo-nos ainda assim nós, benfiquistas. Com muito orgulho e muito amor!
[“Vá faz um golo! Pa acabar com esta merda!!”, grita um adepto que estaria por ali, junto do “operador” de imagem. Cardozo fez-lhe a vontade. Fim de papo!
Para ouvir com o volume bem alto.]
Mas o que me deixou a pensar não foi o RAP, mas sim o comentário de um dos tertulianos que cito de cor: “Portugal não merece o Benfica que tem”.
De facto, este país (há muito que já) não é para novos; nem para velhos; muito menos para gente de meia-idade; nem sequer para nascituros e muito menos para concepturos .
O meu pai costuma dizer-me que provavelmente não terá emigrado por causa do Benfica. Eu compreendo muito bem. Sempre que a ideia de dar novos mundos ao meu mundo me assalta…, para logo ali ao lado quando penso que posso ficar “sem” o meu Querido Clube.
Não sendo este país para rigorosamente ninguém, salvamo-nos ainda assim nós, benfiquistas. Com muito orgulho e muito amor!
[“Vá faz um golo! Pa acabar com esta merda!!”, grita um adepto que estaria por ali, junto do “operador” de imagem. Cardozo fez-lhe a vontade. Fim de papo!
Para ouvir com o volume bem alto.]
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Mais de sessenta e quatro mil num orgasmo colectivo
A presença, ontem, de Ricardo Araújo Pereira “obrigou-me” a assistir à emissão do “Debate” da Tertúlia Benfiquista na Benfica TV.
Mas o que me deixou a pensar não foi o RAP, mas sim o comentário de um dos tertulianos que cito de cor: “Portugal não merece o Benfica que tem”.
De facto, este país (há muito que já) não é para novos; nem para velhos; muito menos para gente de meia-idade; nem sequer para nascituros e muito menos para concepturos .
O meu pai costuma dizer-me que provavelmente não terá emigrado por causa do Benfica. Eu compreendo muito bem. Sempre que a ideia de dar novos mundos ao meu mundo me assalta…, para logo ali ao lado quando penso que posso ficar “sem” o meu Querido Clube.
Não sendo este país para rigorosamente ninguém, salvamo-nos ainda assim nós, benfiquistas. Com muito orgulho e muito amor!
[“Vá faz um golo! Pa acabar com esta merda!!”, grita um adepto que estaria por ali, junto do “operador” de imagem. Cardozo fez-lhe a vontade. Fim de papo!
Para ouvir com o volume bem alto.]
Mas o que me deixou a pensar não foi o RAP, mas sim o comentário de um dos tertulianos que cito de cor: “Portugal não merece o Benfica que tem”.
De facto, este país (há muito que já) não é para novos; nem para velhos; muito menos para gente de meia-idade; nem sequer para nascituros e muito menos para concepturos .
O meu pai costuma dizer-me que provavelmente não terá emigrado por causa do Benfica. Eu compreendo muito bem. Sempre que a ideia de dar novos mundos ao meu mundo me assalta…, para logo ali ao lado quando penso que posso ficar “sem” o meu Querido Clube.
Não sendo este país para rigorosamente ninguém, salvamo-nos ainda assim nós, benfiquistas. Com muito orgulho e muito amor!
[“Vá faz um golo! Pa acabar com esta merda!!”, grita um adepto que estaria por ali, junto do “operador” de imagem. Cardozo fez-lhe a vontade. Fim de papo!
Para ouvir com o volume bem alto.]
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
A fotografia
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Momentos de glória
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