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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Distância: 34,87 Km.

Localidade: Lisboa;

Percurso: Daqui até ao Campo Pequeno e depois até à Graça; subir à Nossa Senhora do Monte, descer a Alfama; subir até ao Miradouro de Santa Luzia, descer até ao Martim Moniz; subir até ao Campo de Santana, passar pelo Torel e descer até ao Rossio; subir o Chiado, depois Santa Catarina e São Pedro de Alcântara; depois do Rato o Parque Eduardo VII; Corredor verde até Monsanto e depois Fonte Nova; dai até aqui;

O melhor: os jacarandás por essa cidade fora, com destaque para os que estão no lado ocidental do Parque Eduardo VII; o solitário no Principe Real e outro perto do Lago da Luz;

O pior: alguns bestiais (de besta) automobilistas que insistem tomar como lixo um indivíduo em cima de uma bicicleta;

O momento: a boca de uma velha muito velha em Alfama, “deixem passar o Laves Barbosa”;

No iPod: Vampire Weekend, LCD soundsystem e, essencialmente, The Drums;

A imagem: não há;

O balanço: muito cansado, mas feliz!

Distância: 34,87 Km.

Localidade: Lisboa;

Percurso: Daqui até ao Campo Pequeno e depois até à Graça; subir à Nossa Senhora do Monte, descer a Alfama; subir até ao Miradouro de Santa Luzia, descer até ao Martim Moniz; subir até ao Campo de Santana, passar pelo Torel e descer até ao Rossio; subir o Chiado, depois Santa Catarina e São Pedro de Alcântara; depois do Rato o Parque Eduardo VII; Corredor verde até Monsanto e depois Fonte Nova; dai até aqui;

O melhor: os jacarandás por essa cidade fora, com destaque para os que estão no lado ocidental do Parque Eduardo VII; o solitário no Principe Real e outro perto do Lago da Luz;

O pior: alguns bestiais (de besta) automobilistas que insistem tomar como lixo um indivíduo em cima de uma bicicleta;

O momento: a boca de uma velha muito velha em Alfama, “deixem passar o Laves Barbosa”;

No iPod: Vampire Weekend, LCD soundsystem e, essencialmente, The Drums;

A imagem: não há;

O balanço: muito cansado, mas feliz!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Jacarandás de Lisboa

Aqui (link), um post que eu gostaria muito de ter feito.

Ei-los em plena floração,
os jacarandás de Lisboa.
E mesmo os que o não estão
entram na festa quente e boa
que Maio espalha à toa
por praças, ruas e avenidas,
trazendo azul-lilás às nossas vidas
e derramando luz e alegria
sobre o cinzento do dia.

Torquato da Luz

Jacarandás de Lisboa

Aqui (link), um post que eu gostaria muito de ter feito.

Ei-los em plena floração,
os jacarandás de Lisboa.
E mesmo os que o não estão
entram na festa quente e boa
que Maio espalha à toa
por praças, ruas e avenidas,
trazendo azul-lilás às nossas vidas
e derramando luz e alegria
sobre o cinzento do dia.

Torquato da Luz

sexta-feira, 26 de março de 2010

Eu hoje acordei assim...

Diz-se por ai, que uma tal Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas (link), foi a autora do belo trabalho que as fotos documentam.

Eu hoje acordei assim...

Diz-se por ai, que uma tal Carbonara - Movimento Monárquico para as Massas (link), foi a autora do belo trabalho que as fotos documentam.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Lisboa Tropical

Acordar de madrugada nem sempre é mau sinal. Hoje, por exemplo, fui brindado com um fabuloso e quente amanhecer assim que sai de casa, bem antes das sete da manhã. Ao longe, rapidamente uma tempestade eléctrica se aproximava; para leste, filtradas pela luz, enormes colunas de chuva eram preceptiveis.
Consegui chegar ao trabalho sem ter apanhado gota d’agua – aspecto particularmente importante para quem circula de moto. Assim que pude subi ao topo do edifício onde trabalho e, por minutos, fiquei a admirar um estranho e belo espectáculo de raios que aleatoriamente se cruzavam no céu. Nessa altura já a chuva era intensa, lá ao longe o sol erguia-se compondo um cenário deslumbrante em pleno centro da cidade.
Agora, passadas que são poucas horas sobre este espectáculo tropical, Lisboa cheira intensamente a clorofila – odor que remete imediatamente a minha memória para o Rio de Janeiro –, a humidade é brutal e o sol começa a brilhar lá fora
Mais logo, deve estar uma bela tarde de praia.

[nota: sim, a imagem é da manhã de hoje; não de Lisboa mas sim de Setúbal – na margem Sul o espectáculo ainda foi maior]

Lisboa Tropical

Acordar de madrugada nem sempre é mau sinal. Hoje, por exemplo, fui brindado com um fabuloso e quente amanhecer assim que sai de casa, bem antes das sete da manhã. Ao longe, rapidamente uma tempestade eléctrica se aproximava; para leste, filtradas pela luz, enormes colunas de chuva eram preceptiveis.
Consegui chegar ao trabalho sem ter apanhado gota d’agua – aspecto particularmente importante para quem circula de moto. Assim que pude subi ao topo do edifício onde trabalho e, por minutos, fiquei a admirar um estranho e belo espectáculo de raios que aleatoriamente se cruzavam no céu. Nessa altura já a chuva era intensa, lá ao longe o sol erguia-se compondo um cenário deslumbrante em pleno centro da cidade.
Agora, passadas que são poucas horas sobre este espectáculo tropical, Lisboa cheira intensamente a clorofila – odor que remete imediatamente a minha memória para o Rio de Janeiro –, a humidade é brutal e o sol começa a brilhar lá fora
Mais logo, deve estar uma bela tarde de praia.

[nota: sim, a imagem é da manhã de hoje; não de Lisboa mas sim de Setúbal – na margem Sul o espectáculo ainda foi maior]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Campo de Santana

O Campo de Santana (ou Campo dos Mártires da Pátria com bem explica aqui Pedro Quartin Graça) para mim não é apenas um pequeno oásis no centro de Lisboa; é um local onde cresci, brinquei e aprendi. É uma memória; é uma referência.
Agora também é nome de blogue (link). E que o baptizou assim, foi mesmo muito feliz.

Campo de Santana

O Campo de Santana (ou Campo dos Mártires da Pátria com bem explica aqui Pedro Quartin Graça) para mim não é apenas um pequeno oásis no centro de Lisboa; é um local onde cresci, brinquei e aprendi. É uma memória; é uma referência.
Agora também é nome de blogue (link). E que o baptizou assim, foi mesmo muito feliz.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Condomínios fechados

Rui Moreira (sim, outra vez ele) escarnece da proposta do Bloco de Esquerda de propor a proibição da construção de novos condomínios fechados em Lisboa. Estranhando que o Bloco tivesse ido tão longe, fui à respectiva página na internet e pesquisei o programa de Luís Fazenda.
E não é que o que lá está é ligeiramente diferente?...
O programa defende
«a proibição – como princípio – de construção de novos condomínios fechados que promovam a ruptura com o tecido urbano envolvente»
Pois, o diabo está nos detalhes: só se os condomínios fechados se constituirem como ilhas no meio da cidade é que devem ser proibidos.
É possível que um condomínio privado seja aberto? Sim, claro, basta ver o exemplo, também em Lisboa, do condomínio Alto dos Moinhos.

Condomínios fechados

Rui Moreira (sim, outra vez ele) escarnece da proposta do Bloco de Esquerda de propor a proibição da construção de novos condomínios fechados em Lisboa. Estranhando que o Bloco tivesse ido tão longe, fui à respectiva página na internet e pesquisei o programa de Luís Fazenda.
E não é que o que lá está é ligeiramente diferente?...
O programa defende
«a proibição – como princípio – de construção de novos condomínios fechados que promovam a ruptura com o tecido urbano envolvente»
Pois, o diabo está nos detalhes: só se os condomínios fechados se constituirem como ilhas no meio da cidade é que devem ser proibidos.
É possível que um condomínio privado seja aberto? Sim, claro, basta ver o exemplo, também em Lisboa, do condomínio Alto dos Moinhos.

sábado, 9 de maio de 2009

Terreiro do Paço

Em conjunto com mais alguns elementos do Fórum Cidadania Lx, hoje assino um artigo de opinião no Público sobre o Terreiro do Paço.
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Terreiro do Paço

Em conjunto com mais alguns elementos do Fórum Cidadania Lx, hoje assino um artigo de opinião no Público sobre o Terreiro do Paço.
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