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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Pilotos

Antigamente tinha respeito pelos pilotos de aviação civil.
Até que descobri que muitos fazem a sua formação à borla na Força Aérea (ou seja pagamos todos nós) e que depois passam para a aviação comercial.
Até que descobri que muitos se reformam aos 60 anos porque não têm condições psicológicas e físicas para continuar a pilotar em Portugal e passam a trabalhar para companhias estrangeiras, cumulando salário e pensão.
Até que descobri que o seu salário (na TAP, cujos prejuízos são pagos por nós contribuintes e cujos lucros são distribuídos pelos seus funcionários) é composto por duas partes - essencialmente - a remuneração base (para pagar o seu conteúdo funcional: pilotar), e um X por cada vôo e hora de vôo.
Espero que o Governo se mantenha firme...

Pilotos

Antigamente tinha respeito pelos pilotos de aviação civil.
Até que descobri que muitos fazem a sua formação à borla na Força Aérea (ou seja pagamos todos nós) e que depois passam para a aviação comercial.
Até que descobri que muitos se reformam aos 60 anos porque não têm condições psicológicas e físicas para continuar a pilotar em Portugal e passam a trabalhar para companhias estrangeiras, cumulando salário e pensão.
Até que descobri que o seu salário (na TAP, cujos prejuízos são pagos por nós contribuintes e cujos lucros são distribuídos pelos seus funcionários) é composto por duas partes - essencialmente - a remuneração base (para pagar o seu conteúdo funcional: pilotar), e um X por cada vôo e hora de vôo.
Espero que o Governo se mantenha firme...

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Eu quero ouvir o que tens para me dizer

Quais são os melhores dias?
Como em tudo a opinião mudará consoante os gostos. Eu gosto de dias médios entre o meio-metro e o metro e meio. Com uma ligeira brisa a soprar de terra. Aguas translúcidas, sol a brilhar q.b.. Dias em que a força tranquila da ondulação beija um fundo de areia suave e transforma a espuma em simples cortesã. Nem princesa, nem rainha. Simples doce companhia.
Não gosto de ventanias que sopram dos confins lúgubres do oceano. Que revoltam as cortesãs e destroem a harmonia do palácio. Nestes outros dias do nosso descontentamento resta-nos ficar na esplanada a tomar café de perna e braços traçados em posição “calimerica”, aguardando que Neptuno, ou lá o que é, mude de humor – seja lá quando isso for…
Ou então…, bom, ou então podemos sempre lutar contra as espumas com as parcas forças de um mortal. Buscando alguma vã justiça.

Eu quero ouvir o que tens para me dizer.
Eu quero ouvir o que tens para me dizer companheiro Mário Lino. Fala à vontade caro amigo. Que nunca a voz te doa. E que nunca se embargue um pouco mais, se não deixamos mesmo de te compreender. Fala para ai. Nunca te canses. Até porque pelo computador não levamos com os teus gafanhotos nem sentimos o teu báquico bafo.



Mário Lino merece de facto ser escutado. Com atenção, pois esta é a versão longa e remisturada em Carnaxide. É uma delícia ouvir estes quinze minutos de desvarios, mentiras e vídeo. Que sirva de exemplo. Já é um clássico!

Eu quero ouvir o que tens para me dizer

Quais são os melhores dias?
Como em tudo a opinião mudará consoante os gostos. Eu gosto de dias médios entre o meio-metro e o metro e meio. Com uma ligeira brisa a soprar de terra. Aguas translúcidas, sol a brilhar q.b.. Dias em que a força tranquila da ondulação beija um fundo de areia suave e transforma a espuma em simples cortesã. Nem princesa, nem rainha. Simples doce companhia.
Não gosto de ventanias que sopram dos confins lúgubres do oceano. Que revoltam as cortesãs e destroem a harmonia do palácio. Nestes outros dias do nosso descontentamento resta-nos ficar na esplanada a tomar café de perna e braços traçados em posição “calimerica”, aguardando que Neptuno, ou lá o que é, mude de humor – seja lá quando isso for…
Ou então…, bom, ou então podemos sempre lutar contra as espumas com as parcas forças de um mortal. Buscando alguma vã justiça.

Eu quero ouvir o que tens para me dizer.
Eu quero ouvir o que tens para me dizer companheiro Mário Lino. Fala à vontade caro amigo. Que nunca a voz te doa. E que nunca se embargue um pouco mais, se não deixamos mesmo de te compreender. Fala para ai. Nunca te canses. Até porque pelo computador não levamos com os teus gafanhotos nem sentimos o teu báquico bafo.



Mário Lino merece de facto ser escutado. Com atenção, pois esta é a versão longa e remisturada em Carnaxide. É uma delícia ouvir estes quinze minutos de desvarios, mentiras e vídeo. Que sirva de exemplo. Já é um clássico!

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Mário Lino estava alcoolizado

Vamos lá falar a sério sobre o assunto do dia.
Vi ontem as imagens e fiquei com dúvidas. Hoje de manhã ouvi o som na TSF e com duvidas fiquei. Mas à terceira foi de vez. Tudo ficou claro. A voz ligeiramente enrolada, aquele brilhozinho nos olhos. Nada engana.
A sério. Mário Lino estava embriagado quando proferiu, entre outros delírios, estas palavras: "Fazer um aeroporto na margem sul seria um projecto megalómano e faraónico porque, além das questões ambientais, não há gente, não há hospitais, não há escolas, não há hotéis, não há comércio, pelo que seria preciso levar para lá milhões de pessoas".
Já sabíamos que somos governados por analfabetos. Ficámos a saber que também somos governados por alcoólicos.
O que é mais estranho nisto tudo é a passividade com que a populaça aceita estes desvarios.
Onde andam os duros do PREC? Já não há paus nem pedras para arremessar? Os “homens da luta” estão todos mortos? Não há gente com sangue na margem sul do Tejo? Onde moram hoje os arruaceiros do “buzinão”?
O culpado disto tudo sei eu bem quem é. Aníbal. Cavaco. Silva. Esse social-democrata do “kashbah” de Boliqueime que fez dos pobres remediados, dos remediados ricos e dos ricos muito ricos. Agora? Agora uma pessoa procura alguém para fazer o trabalho sujo e não encontra. Já não ninguém para amassar os dentes a energúmenos.

PSL

Mário Lino estava alcoolizado

Vamos lá falar a sério sobre o assunto do dia.
Vi ontem as imagens e fiquei com dúvidas. Hoje de manhã ouvi o som na TSF e com duvidas fiquei. Mas à terceira foi de vez. Tudo ficou claro. A voz ligeiramente enrolada, aquele brilhozinho nos olhos. Nada engana.
A sério. Mário Lino estava embriagado quando proferiu, entre outros delírios, estas palavras: "Fazer um aeroporto na margem sul seria um projecto megalómano e faraónico porque, além das questões ambientais, não há gente, não há hospitais, não há escolas, não há hotéis, não há comércio, pelo que seria preciso levar para lá milhões de pessoas".
Já sabíamos que somos governados por analfabetos. Ficámos a saber que também somos governados por alcoólicos.
O que é mais estranho nisto tudo é a passividade com que a populaça aceita estes desvarios.
Onde andam os duros do PREC? Já não há paus nem pedras para arremessar? Os “homens da luta” estão todos mortos? Não há gente com sangue na margem sul do Tejo? Onde moram hoje os arruaceiros do “buzinão”?
O culpado disto tudo sei eu bem quem é. Aníbal. Cavaco. Silva. Esse social-democrata do “kashbah” de Boliqueime que fez dos pobres remediados, dos remediados ricos e dos ricos muito ricos. Agora? Agora uma pessoa procura alguém para fazer o trabalho sujo e não encontra. Já não ninguém para amassar os dentes a energúmenos.

PSL

Barreiro à poucos momentos…

Barreiro à poucos momentos…

Montijo, ontem ao fim da tarde

Montijo, ontem ao fim da tarde