quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Retrato arcadiano

É este o aspecto do ARCÁDIA em função do seu código fonte. Pelo menos é o que nos promete o autor desta página (link).
O código das cores é o seguinte:
Blue: for links (the A tag)
Red: for tables (TABLE, TR and TD tags)
Green: for the DIV tag
Violet: for images (the IMG tag)
Yellow: for forms (FORM, INPUT, TEXTAREA, SELECT and OPTION tags)
Orange: for linebreaks and blockquotes (BR, P, and BLOCKQUOTE tags)
Black: the HTML tag, the root node
Gray: all other tags

[Via Zero de Conduta, via bl-g- -x-st]

Zézinha foi buscar a vassoura ao armário

Foi ela que uma vez, enquanto governante, quis proibir os concertos no "estádio" José Alvalade por causa do barulho para a sua casa?... Não foi?
A imagem, via Arrastão

Retrato arcadiano

É este o aspecto do ARCÁDIA em função do seu código fonte. Pelo menos é o que nos promete o autor desta página (link).
O código das cores é o seguinte:
Blue: for links (the A tag)
Red: for tables (TABLE, TR and TD tags)
Green: for the DIV tag
Violet: for images (the IMG tag)
Yellow: for forms (FORM, INPUT, TEXTAREA, SELECT and OPTION tags)
Orange: for linebreaks and blockquotes (BR, P, and BLOCKQUOTE tags)
Black: the HTML tag, the root node
Gray: all other tags

[Via Zero de Conduta, via bl-g- -x-st]

Zézinha foi buscar a vassoura ao armário

Foi ela que uma vez, enquanto governante, quis proibir os concertos no "estádio" José Alvalade por causa do barulho para a sua casa?... Não foi?
A imagem, via Arrastão

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Ecos de Portugal no Mundial de Rugby 2007

«Portugal, segundo a imprensa estrangeira

11.09.2007

Do feito "monstruoso" de Carvalho ao hino capaz de "desfazer os maxilares"

(The Independent - Reino Unido)
"A equipa de Frank Hadden [seleccionador escocês] não conseguiu fazer ao grupo português composto por advogados, veterinários e médicos em Saint-Etienne o que a máquina neozelandesa fez à Itália na véspera. Para Portugal, foi um acontecimento de diversão e histórico: um ensaio, uma conversão e uma penalidade na estreia num Campeonato do Mundo. Apesar dos seus receios, "os lobos" não foram nenhuns cordeiros enviados para um massacre. Poderá ser diferente no segundo jogo, já no sábado em Lyon. Os adversários serão
os All Blacks."

(L'Equipe - França)
"O resultado é pesado para Portugal, que empregou muita energia. No barómetro de aplausos os portugueses venceram com larga margem. Nas bancadas só se ouvia "Portugal! Portugal!". Antes do apito inicial, os portugueses abraçaram-se para apreciar o momento. Enquanto se ouvia "A Portuguesa", eles cantaram com tanta força que até dava para desfazer os maxilares. Os portugueses acabaram por fazer mais do que resistir. Se as contas estiveram correctas, nas primeiras 45 placagens até ao primeiro ensaio de Rory Lamont, os lusitanos deram-se ao luxo de não falhar nenhuma."

(The Guardian - Reino Unido)
"Algo monstruoso aconteceu. Portugal marcou um ensaio. O "ponta" Pedro Carvalho ficará para sempre na história do râguebi ao marcar o primeiro ensaio no Campeonato do Mundo para os portugueses. Portugal apenas tem um jogador profissional a tempo inteiro (Gonçalo Uva). O resto é uma mistura de médicos, advogados, veterinários e estudantes. Eles mal podiam acreditar no que lhes estava a acontecer quando toda a equipa cantou o hino com um orgulho fora do normal. Não houve o "estou a perder a compostura porque estou a cantar" que tantos profissionais mostram nos dias de hoje."»

PÚBLICO de 11 de Setembro

Ecos de Portugal no Mundial de Rugby 2007

«Portugal, segundo a imprensa estrangeira

11.09.2007

Do feito "monstruoso" de Carvalho ao hino capaz de "desfazer os maxilares"

(The Independent - Reino Unido)
"A equipa de Frank Hadden [seleccionador escocês] não conseguiu fazer ao grupo português composto por advogados, veterinários e médicos em Saint-Etienne o que a máquina neozelandesa fez à Itália na véspera. Para Portugal, foi um acontecimento de diversão e histórico: um ensaio, uma conversão e uma penalidade na estreia num Campeonato do Mundo. Apesar dos seus receios, "os lobos" não foram nenhuns cordeiros enviados para um massacre. Poderá ser diferente no segundo jogo, já no sábado em Lyon. Os adversários serão
os All Blacks."

(L'Equipe - França)
"O resultado é pesado para Portugal, que empregou muita energia. No barómetro de aplausos os portugueses venceram com larga margem. Nas bancadas só se ouvia "Portugal! Portugal!". Antes do apito inicial, os portugueses abraçaram-se para apreciar o momento. Enquanto se ouvia "A Portuguesa", eles cantaram com tanta força que até dava para desfazer os maxilares. Os portugueses acabaram por fazer mais do que resistir. Se as contas estiveram correctas, nas primeiras 45 placagens até ao primeiro ensaio de Rory Lamont, os lusitanos deram-se ao luxo de não falhar nenhuma."

(The Guardian - Reino Unido)
"Algo monstruoso aconteceu. Portugal marcou um ensaio. O "ponta" Pedro Carvalho ficará para sempre na história do râguebi ao marcar o primeiro ensaio no Campeonato do Mundo para os portugueses. Portugal apenas tem um jogador profissional a tempo inteiro (Gonçalo Uva). O resto é uma mistura de médicos, advogados, veterinários e estudantes. Eles mal podiam acreditar no que lhes estava a acontecer quando toda a equipa cantou o hino com um orgulho fora do normal. Não houve o "estou a perder a compostura porque estou a cantar" que tantos profissionais mostram nos dias de hoje."»

PÚBLICO de 11 de Setembro

Campo Contra Campo (LXXXVI)

Death Proof, À Prova de Morte, *****

O que é que andaram a fazer durante o ultimo mês e meio para ainda não terem ido ver "À Prova de Morte"? Não vale a pena perder mais tempo com "rodriguinhos". Death Proof é uma obra prima e o resto é conversa de quem não gosta de cinema mas sim de filmes. Duas cenas, pelo menos, ficaram nos anais. A primeira, durante a "primeira metade" do filme, mostra-nos uma "lap dance" (como nunca ninguém terá ousado…) que nos afoga em sensualidade. "Aquilo", assim filmado a partir do chão, mostra uma voluptuosa rapariga perdida em álcool, droga e outros prazeres que sabemos ter as noites contadas. Renoir dizia que a arte do cinema consistia em por mulheres bonitas a fazer coisas bonitas. Tarantino coloca mulheres bonitas, tantas mulheres bonitas, a fazer amor com a câmara. Não sei descrever melhor. A segunda, já na "segunda parte" do filme, mostra em longo plano único (dez ou mais minutos), ao redor de uma mesa de café americano, a conversa grandiloquentemente fútil e oca - como todas as conversas neste filme - de quatro jovens raparigas com sangue na guelra. Esta cena será mostrada nas escolas…
Mas, "À Prova de Morte", é (ainda) muito mais. É também um manifesto panfletário pró classicismo cinematográfico (que não anti modernidade). É em parte sonho tornado realidade de um magico que não para de nos surpreender. E a banda sonora, senhores. E a banda sonora? Fiquem com um “cheirinho” via Há Vida em Markl.

Felizmente este festival de "Grindhouse" não fica por aqui. E depois de Tarantino filmar o fado de um psicopata que mata mulheres lindas em excesso de velocidade vem ai, já neste setembro, o seu amigo Rodriguez, que filma a historia de uma "stripper" que com uma metralhadora a servir de prótese numa das pernas tenta salvar a humanidade de um grupo horroroso de zombies. Viva o cinema!