Não sou muito de fazer – como, algum dos mais cépticos leitores, poderão confirmar nos arquivos deste blogue – listas e tops, mas este ano deu-me para isto; muito provavelmente pelo arrependimento, tardio, de não ter prestado a atenção devida a um ano musical que, acabando por não ser o sonho que se anunciava, foi, ainda assim, muito bom.
Aqui fica uma short list - sem qualquer ordem especifica - não do que mais gostei nem do que mais ouvi, mas sim do que de melhor ouvi:
Arcade Fire - The Suburbs
Hot Chip - One Life Stand
LCD Soundsystem - This Is Happening
Beach House - Teen Dream
The Black Keys - Brothers
Vampire Weekend - Contra
The Drums - The Drums
Best Coast - Crazy For You
The Walkmen - Lisbon
Ah…, quase me esquecia. E a (enorme!) desilusão do ano foi: MGMT - Congratulations
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
2010: os discos
Não sou muito de fazer – como, algum dos mais cépticos leitores, poderão confirmar nos arquivos deste blogue – listas e tops, mas este ano deu-me para isto; muito provavelmente pelo arrependimento, tardio, de não ter prestado a atenção devida a um ano musical que, acabando por não ser o sonho que se anunciava, foi, ainda assim, muito bom.
Aqui fica uma short list - sem qualquer ordem especifica - não do que mais gostei nem do que mais ouvi, mas sim do que de melhor ouvi:
Arcade Fire - The Suburbs
Hot Chip - One Life Stand
LCD Soundsystem - This Is Happening
Beach House - Teen Dream
The Black Keys - Brothers
Vampire Weekend - Contra
The Drums - The Drums
Best Coast - Crazy For You
The Walkmen - Lisbon
Ah…, quase me esquecia. E a (enorme!) desilusão do ano foi: MGMT - Congratulations
Aqui fica uma short list - sem qualquer ordem especifica - não do que mais gostei nem do que mais ouvi, mas sim do que de melhor ouvi:
Arcade Fire - The Suburbs
Hot Chip - One Life Stand
LCD Soundsystem - This Is Happening
Beach House - Teen Dream
The Black Keys - Brothers
Vampire Weekend - Contra
The Drums - The Drums
Best Coast - Crazy For You
The Walkmen - Lisbon
Ah…, quase me esquecia. E a (enorme!) desilusão do ano foi: MGMT - Congratulations
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Perfeito
Sejamos claros: neste tema sou insuspeito!
Nunca vi Ídolos, nem Operação Triunfo nem, rigorosamente, nada do género.
Graças à caixinha magica do MEO, comecei a gravar desde o início esta edição do Ídolos, com o intuito meramente voyeurista e vagamente cínico de ver as figurinhas dos “cromos”. Como aquilo dura uma eternidade, reduzo-a a meros sessenta minutos quando não me apetece fazer rigorosamente nada.
Quando acabou a fase da “cromice” pensei em abandonar o programa mas ai…, já estava "infectado". Há alguns, poucos, concorrentes, verdadeiramente fora de série. E, lá está, graças à box consigo reduzir aquelas intermináveis três horas a cerca de sessenta minutos.
Não vou aqui discutir nem o meu gosto, nem sequer o gosto dos outros. Mas é impossível ficar indiferente a este momento, simplesmente, perfeito, em que a Carolina interpreta Damien Rice.
Para ver, mas sobretudo ouvir a partir do minuto 3:30…, o resto são cantigas…, podem ignorar.
Nunca vi Ídolos, nem Operação Triunfo nem, rigorosamente, nada do género.
Graças à caixinha magica do MEO, comecei a gravar desde o início esta edição do Ídolos, com o intuito meramente voyeurista e vagamente cínico de ver as figurinhas dos “cromos”. Como aquilo dura uma eternidade, reduzo-a a meros sessenta minutos quando não me apetece fazer rigorosamente nada.
Quando acabou a fase da “cromice” pensei em abandonar o programa mas ai…, já estava "infectado". Há alguns, poucos, concorrentes, verdadeiramente fora de série. E, lá está, graças à box consigo reduzir aquelas intermináveis três horas a cerca de sessenta minutos.
Não vou aqui discutir nem o meu gosto, nem sequer o gosto dos outros. Mas é impossível ficar indiferente a este momento, simplesmente, perfeito, em que a Carolina interpreta Damien Rice.
Para ver, mas sobretudo ouvir a partir do minuto 3:30…, o resto são cantigas…, podem ignorar.
Perfeito
Sejamos claros: neste tema sou insuspeito!
Nunca vi Ídolos, nem Operação Triunfo nem, rigorosamente, nada do género.
Graças à caixinha magica do MEO, comecei a gravar desde o início esta edição do Ídolos, com o intuito meramente voyeurista e vagamente cínico de ver as figurinhas dos “cromos”. Como aquilo dura uma eternidade, reduzo-a a meros sessenta minutos quando não me apetece fazer rigorosamente nada.
Quando acabou a fase da “cromice” pensei em abandonar o programa mas ai…, já estava "infectado". Há alguns, poucos, concorrentes, verdadeiramente fora de série. E, lá está, graças à box consigo reduzir aquelas intermináveis três horas a cerca de sessenta minutos.
Não vou aqui discutir nem o meu gosto, nem sequer o gosto dos outros. Mas é impossível ficar indiferente a este momento, simplesmente, perfeito, em que a Carolina interpreta Damien Rice.
Para ver, mas sobretudo ouvir a partir do minuto 3:30…, o resto são cantigas…, podem ignorar.
Nunca vi Ídolos, nem Operação Triunfo nem, rigorosamente, nada do género.
Graças à caixinha magica do MEO, comecei a gravar desde o início esta edição do Ídolos, com o intuito meramente voyeurista e vagamente cínico de ver as figurinhas dos “cromos”. Como aquilo dura uma eternidade, reduzo-a a meros sessenta minutos quando não me apetece fazer rigorosamente nada.
Quando acabou a fase da “cromice” pensei em abandonar o programa mas ai…, já estava "infectado". Há alguns, poucos, concorrentes, verdadeiramente fora de série. E, lá está, graças à box consigo reduzir aquelas intermináveis três horas a cerca de sessenta minutos.
Não vou aqui discutir nem o meu gosto, nem sequer o gosto dos outros. Mas é impossível ficar indiferente a este momento, simplesmente, perfeito, em que a Carolina interpreta Damien Rice.
Para ver, mas sobretudo ouvir a partir do minuto 3:30…, o resto são cantigas…, podem ignorar.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Nada "Contra"
Dez canções pujantes, vibrantes, plenas de alegria; transbordando de joie de vivre.
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).
Nada "Contra"
Dez canções pujantes, vibrantes, plenas de alegria; transbordando de joie de vivre.
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
De vez em quando este blogue também dá noticias
Na rua, lá para Janeiro do ano que vem (link). Enquanto não chegamos lá, fiquem com esta deliciosa melodia (link).
Etiquetas:
graças ao twitter...,
musica
De vez em quando este blogue também dá noticias
Na rua, lá para Janeiro do ano que vem (link). Enquanto não chegamos lá, fiquem com esta deliciosa melodia (link).
Etiquetas:
graças ao twitter...,
musica
terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
O fogo de Arcádia ou um postal pós-modernissimo
Por vezes mantemo-nos demasiado tempo distraídos. Outras simplesmente deixamo-nos abraçar pelo bafo quente da preguiça e não queremos saber. É difícil dizer muito em poucas palavras. Falta-nos tempo para pensar. Viver. Sentir.
A melhor prova da morte do Rock é a sua sazonal ressurreição. Ora como fantasma atormentador de sonhos. Ora como anjo que embala com asas de morfeu.
A música para ser boa não tem necessariamente de ser diferente. E nem toda a música diferente é necessariamente boa.
Começo, apenas agora, a descobrir as sonoridades impares dos Arcade Fire. Um colectivo canadiano interdisciplinar que nos surpreende pela audácia, diferença e qualidade. Este power out que vos convido a ver e ouvir para alem de ser uma animação extraordinária de inspiração Burtoniana é um exemplo vivo de ressurreição; de guitarras aguçadas e melódicas como no tempo dos New Order e cordas adocicadamente acústicas a embalar os sentidos. Tudo numa dança explosiva de morte.
Metáfora da vida?
PSL
A melhor prova da morte do Rock é a sua sazonal ressurreição. Ora como fantasma atormentador de sonhos. Ora como anjo que embala com asas de morfeu.
A música para ser boa não tem necessariamente de ser diferente. E nem toda a música diferente é necessariamente boa.
Começo, apenas agora, a descobrir as sonoridades impares dos Arcade Fire. Um colectivo canadiano interdisciplinar que nos surpreende pela audácia, diferença e qualidade. Este power out que vos convido a ver e ouvir para alem de ser uma animação extraordinária de inspiração Burtoniana é um exemplo vivo de ressurreição; de guitarras aguçadas e melódicas como no tempo dos New Order e cordas adocicadamente acústicas a embalar os sentidos. Tudo numa dança explosiva de morte.
Metáfora da vida?
PSL
O fogo de Arcádia ou um postal pós-modernissimo
Por vezes mantemo-nos demasiado tempo distraídos. Outras simplesmente deixamo-nos abraçar pelo bafo quente da preguiça e não queremos saber. É difícil dizer muito em poucas palavras. Falta-nos tempo para pensar. Viver. Sentir.
A melhor prova da morte do Rock é a sua sazonal ressurreição. Ora como fantasma atormentador de sonhos. Ora como anjo que embala com asas de morfeu.
A música para ser boa não tem necessariamente de ser diferente. E nem toda a música diferente é necessariamente boa.
Começo, apenas agora, a descobrir as sonoridades impares dos Arcade Fire. Um colectivo canadiano interdisciplinar que nos surpreende pela audácia, diferença e qualidade. Este power out que vos convido a ver e ouvir para alem de ser uma animação extraordinária de inspiração Burtoniana é um exemplo vivo de ressurreição; de guitarras aguçadas e melódicas como no tempo dos New Order e cordas adocicadamente acústicas a embalar os sentidos. Tudo numa dança explosiva de morte.
Metáfora da vida?
PSL
A melhor prova da morte do Rock é a sua sazonal ressurreição. Ora como fantasma atormentador de sonhos. Ora como anjo que embala com asas de morfeu.
A música para ser boa não tem necessariamente de ser diferente. E nem toda a música diferente é necessariamente boa.
Começo, apenas agora, a descobrir as sonoridades impares dos Arcade Fire. Um colectivo canadiano interdisciplinar que nos surpreende pela audácia, diferença e qualidade. Este power out que vos convido a ver e ouvir para alem de ser uma animação extraordinária de inspiração Burtoniana é um exemplo vivo de ressurreição; de guitarras aguçadas e melódicas como no tempo dos New Order e cordas adocicadamente acústicas a embalar os sentidos. Tudo numa dança explosiva de morte.
Metáfora da vida?
PSL
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