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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Na próxima vida...

Estes de novo (!?) neste vosso blogue? Não resisto; é mais forte do que eu.
Calma…, não fujam já por favor.
Reparem: dos tapetes que tapam o chão à criança que acena na rua; da singeleza das luzes “natalícias” às temperaturas que surgem no canto inferior do ecrã; do complexo minimalismo da musica destes rapazes à hora matutina. Este vídeo está carregado de pormenores exóticos, quase irreais.
Irreais para nós, que quando ligamos a televisão àquela hora “apanhamos” com a imbecilidade de um Manuel Luís Goucha qualquer.
Ditoso sejas país maravilhoso que tens a sorte de não ter um Jorge Gabriel mas sim estes quatro rapazes de uma avenida de Brooklyn a te dar os “bons dias”.
Na próxima vida…, quero nascer num sítio assim; saudável e bonito por natureza.

Na próxima vida...

Estes de novo (!?) neste vosso blogue? Não resisto; é mais forte do que eu.
Calma…, não fujam já por favor.
Reparem: dos tapetes que tapam o chão à criança que acena na rua; da singeleza das luzes “natalícias” às temperaturas que surgem no canto inferior do ecrã; do complexo minimalismo da musica destes rapazes à hora matutina. Este vídeo está carregado de pormenores exóticos, quase irreais.
Irreais para nós, que quando ligamos a televisão àquela hora “apanhamos” com a imbecilidade de um Manuel Luís Goucha qualquer.
Ditoso sejas país maravilhoso que tens a sorte de não ter um Jorge Gabriel mas sim estes quatro rapazes de uma avenida de Brooklyn a te dar os “bons dias”.
Na próxima vida…, quero nascer num sítio assim; saudável e bonito por natureza.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Nada "Contra"

Dez canções pujantes, vibrantes, plenas de alegria; transbordando de joie de vivre.
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).

Nada "Contra"

Dez canções pujantes, vibrantes, plenas de alegria; transbordando de joie de vivre.
“Contra” é o novo (e muito aguardado) disco dos Vampire Weekend. Disco que só está à venda na próxima segunda-feira mas que eu (criminoso, me confesso) já tenho aqui a rodar nesta máquina de onde vos escrevo.
Em poucas palavras: objectivamente, os Vampire Weekend são uma tempestade borbulhante de boa música (e boa disposição); subjectivamente, apenas ao segundo disco são já uma das minhas bandas preferidas de todo o sempre – e olhem que este “sempre” já vai mandando peso (e reumático também).
“Contra”…, comprem-no, roubem-no ou, simplesmente, oiçam-no aqui (link).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Estação: Outono/Inverno 09/10 (VII)

Está tudo tão murcho…, então pessoal? Que cara é essa? Acabaram-se as festas? Hoje é segunda? E depois?
Vejam só quem chega para “nos salvar”…
Animem-se…, pois 2010, pelo menos no que a musica diz respeito, promete muito.
Para começar bem o ano…, Vampire Weekend…, brilhantes, como sempre.

Estação: Outono/Inverno 09/10 (VII)

Está tudo tão murcho…, então pessoal? Que cara é essa? Acabaram-se as festas? Hoje é segunda? E depois?
Vejam só quem chega para “nos salvar”…
Animem-se…, pois 2010, pelo menos no que a musica diz respeito, promete muito.
Para começar bem o ano…, Vampire Weekend…, brilhantes, como sempre.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Estação: Outono/Inverno 09/10 (I)

É mais forte que eu. Adoro esta música.
Mesmo sem vídeo – apareceu por ai esta semana – merece desde já o destaque da Estação.
Com uma música genialmente simples, estes “vampiros” continuam em grande forma; a inspirarem-nos.

Estação: Outono/Inverno 09/10 (I)

É mais forte que eu. Adoro esta música.
Mesmo sem vídeo – apareceu por ai esta semana – merece desde já o destaque da Estação.
Com uma música genialmente simples, estes “vampiros” continuam em grande forma; a inspirarem-nos.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Vampire Weekend

Há uma teoria que diz que não somos nós que vamos ter com os discos, mas sim os discos que vêem ter connosco. Bom, não sei de facto se tal teoria existe. Mas se não existe passa a existir. Provas?
Vampire Weekend, o aclamado disco de estreia de uns rapazes de Brooklin, já devia ter vindo cá parar a casa há pelo menos uns bons seis meses. Mas não veio. Chegou agora e chegou na hora certa. Da pop esfuziante, colorida, harmoniosa e bela destes simpáticos vampiros já tudo se disse. O que ainda não se disse, até porque este é o primeiro inverno dos Vampire Weekend, é que esta dezena de musicas que todas juntas dão pouco mais de meia hora, são o antídoto eficaz para este inverno do nosso descontentamento, para as derrotas do dia a dia e para esquecer jogos de bola estúpidos como o de ontem à noite em Belém. Volume ao alto, o nosso coração esta em Deus, e Ele sabe como bem sabe pular ao redor da mesa da sala ou em cima do sofá com as explosões de cor deste disco.

Vampire Weekend - "Oxford Comma"

Vampire Weekend

Há uma teoria que diz que não somos nós que vamos ter com os discos, mas sim os discos que vêem ter connosco. Bom, não sei de facto se tal teoria existe. Mas se não existe passa a existir. Provas?
Vampire Weekend, o aclamado disco de estreia de uns rapazes de Brooklin, já devia ter vindo cá parar a casa há pelo menos uns bons seis meses. Mas não veio. Chegou agora e chegou na hora certa. Da pop esfuziante, colorida, harmoniosa e bela destes simpáticos vampiros já tudo se disse. O que ainda não se disse, até porque este é o primeiro inverno dos Vampire Weekend, é que esta dezena de musicas que todas juntas dão pouco mais de meia hora, são o antídoto eficaz para este inverno do nosso descontentamento, para as derrotas do dia a dia e para esquecer jogos de bola estúpidos como o de ontem à noite em Belém. Volume ao alto, o nosso coração esta em Deus, e Ele sabe como bem sabe pular ao redor da mesa da sala ou em cima do sofá com as explosões de cor deste disco.

Vampire Weekend - "Oxford Comma"

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Paz na Terra ao indie pop-rock?

Colombo, FNAC, há cerca de quinze dias atrás:
-Tem o disco dos MGMT?
-Vendi o ultimo há minutos.
-E dos Vampire Weekend?
-Está esgotado já há algum tempo.
-…e dos The Last Shadow Puppets?
-Está esgotadíssimo.

Hoje, FNAC, Vasco da Gama:
-Tem o disco dos MGMT?
-Está esgotado já há alguns dias e só deve chegar lá pró mês que vem.
-E dos Vampire Weekend?
-Também não.
-The Last Shadow Puppets???
-Esgotadíssimo.
…entretanto decidi juntar mais um à lista.
-E Beach House…, esse tem de certeza.
-Vendi o ultimo à hora de almoço.

Pelo meio troquei mais algumas palavras com os simpáticos e (sempre) prestáveis vendedores da FNAC - como deveriam de ser todos os vendedores. Dizem que sim, que é verdade, o indie morreu, tornou-se mainstream, "agora, é a musica que mais se vende".

Não sei bem se acredito nesta versão. Nunca "precisei" de discos esgotados ou de "importação directa".
Mordo a língua, reviro os olho, tenho náuseas mas admito: os meus apetites melómanos, mudaram muito nos últimos dois anos. Mas…, terão mudado assim tanto os gostos dos outros ou será que as lojas de discos passaram a gerir stocks como as lojas de pneus, peças de motas e outras coisas das quais raramente precisamos?
Ou será que…, estarei velho, assim tão velho que serei o único ser vivo na terra que ainda gosta de ter na mão um disco e todo o que o rodeia: uma capa, uma embalagem, um encarte, letras, créditos, fotos.

Paz na Terra ao indie pop-rock?

Colombo, FNAC, há cerca de quinze dias atrás:
-Tem o disco dos MGMT?
-Vendi o ultimo há minutos.
-E dos Vampire Weekend?
-Está esgotado já há algum tempo.
-…e dos The Last Shadow Puppets?
-Está esgotadíssimo.

Hoje, FNAC, Vasco da Gama:
-Tem o disco dos MGMT?
-Está esgotado já há alguns dias e só deve chegar lá pró mês que vem.
-E dos Vampire Weekend?
-Também não.
-The Last Shadow Puppets???
-Esgotadíssimo.
…entretanto decidi juntar mais um à lista.
-E Beach House…, esse tem de certeza.
-Vendi o ultimo à hora de almoço.

Pelo meio troquei mais algumas palavras com os simpáticos e (sempre) prestáveis vendedores da FNAC - como deveriam de ser todos os vendedores. Dizem que sim, que é verdade, o indie morreu, tornou-se mainstream, "agora, é a musica que mais se vende".

Não sei bem se acredito nesta versão. Nunca "precisei" de discos esgotados ou de "importação directa".
Mordo a língua, reviro os olho, tenho náuseas mas admito: os meus apetites melómanos, mudaram muito nos últimos dois anos. Mas…, terão mudado assim tanto os gostos dos outros ou será que as lojas de discos passaram a gerir stocks como as lojas de pneus, peças de motas e outras coisas das quais raramente precisamos?
Ou será que…, estarei velho, assim tão velho que serei o único ser vivo na terra que ainda gosta de ter na mão um disco e todo o que o rodeia: uma capa, uma embalagem, um encarte, letras, créditos, fotos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Optimus Alive!08 - Parece impossível

O cartaz do Optimus Alive!08 não é bom nem é mau. Parece impossível.
Quem foi adolescente no Portugal dos anos 80 (e inicio dos 90), cresceu num universo analógico e num país distante. As grandes bandas, os grandes projectos, passavam sempre ao largo. E o novíssimo era coisa permanentemente desconhecida.
Hoje o país continua distante, aliás (embora não pareça) está cada vez mais distante, mas sabe aproveitar a “digitalização” do planeta. Certo é que tudo cá vem parar. E em doses massivas.
Vejamos…, apenas no dia de arranque do festival (10 de Julho), passarão pelos palcos do Passeio Marítimo de Algés, projectos tão estimulantes como Gogol Bordello, The Hives, MGMT, The National, Vampire Weekend e Cansei De Ser Sexy. Tudo, mas mesmo tudo num único dia. Perante tal cenário “levar” com Rage Against The Machine até vai enjoar. Mas há mais, muito mais, no próprio dia 10.
Parece impossível.

Optimus Alive!08 - Parece impossível

O cartaz do Optimus Alive!08 não é bom nem é mau. Parece impossível.
Quem foi adolescente no Portugal dos anos 80 (e inicio dos 90), cresceu num universo analógico e num país distante. As grandes bandas, os grandes projectos, passavam sempre ao largo. E o novíssimo era coisa permanentemente desconhecida.
Hoje o país continua distante, aliás (embora não pareça) está cada vez mais distante, mas sabe aproveitar a “digitalização” do planeta. Certo é que tudo cá vem parar. E em doses massivas.
Vejamos…, apenas no dia de arranque do festival (10 de Julho), passarão pelos palcos do Passeio Marítimo de Algés, projectos tão estimulantes como Gogol Bordello, The Hives, MGMT, The National, Vampire Weekend e Cansei De Ser Sexy. Tudo, mas mesmo tudo num único dia. Perante tal cenário “levar” com Rage Against The Machine até vai enjoar. Mas há mais, muito mais, no próprio dia 10.
Parece impossível.