Uns de carácter gastronómico:
“Bacalhau à Eduardo”;
“Frango à norueguesa”;
Outros de cariz, vá lá, mais picante:
“O pito que veio do frio”;
“Barracada Lusitana”;
“Terça-feira quente”.
Outros, ainda, mais pseudo-intelectuais:
“Ao gostinho de Oliveira”;
“Essa de Queiróz”.
Actualização: uhhmm…, afinal não se passou nada de mais. Para o Record foi apenas uma “asneira”, para A Bola um “enorme erro” e, para aquele pasquim do Norte, um simples “lapso”. Esclarecedor!
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Aguardo ansiosamente a capa dos desportivos de hoje
Aguardo ansiosamente a capa dos desportivos de hoje
Uns de carácter gastronómico:
“Bacalhau à Eduardo”;
“Frango à norueguesa”;
Outros de cariz, vá lá, mais picante:
“O pito que veio do frio”;
“Barracada Lusitana”;
“Terça-feira quente”.
Outros, ainda, mais pseudo-intelectuais:
“Ao gostinho de Oliveira”;
“Essa de Queiróz”.
Actualização: uhhmm…, afinal não se passou nada de mais. Para o Record foi apenas uma “asneira”, para A Bola um “enorme erro” e, para aquele pasquim do Norte, um simples “lapso”. Esclarecedor!
“Bacalhau à Eduardo”;
“Frango à norueguesa”;
Outros de cariz, vá lá, mais picante:
“O pito que veio do frio”;
“Barracada Lusitana”;
“Terça-feira quente”.
Outros, ainda, mais pseudo-intelectuais:
“Ao gostinho de Oliveira”;
“Essa de Queiróz”.
Actualização: uhhmm…, afinal não se passou nada de mais. Para o Record foi apenas uma “asneira”, para A Bola um “enorme erro” e, para aquele pasquim do Norte, um simples “lapso”. Esclarecedor!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Pangeia (XXVI)
O dia em que o torneio dobra o “cabo das três semanas” fica marcado como o dia mais interessante da prova.
Com a reviravolta da Holanda sobre o Brasil (salvo o erro, nunca os brasileiros tinham perdido um encontro mundial depois de estarem a vencer), suprema ironia, do denominado “grupo da morte” (Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte) já ninguém resta.
À noite, o confronto mais intenso (e por certo, um dos mais dramáticos da historia dos mundiais) da prova; com o Uruguai a alcançar o que não conseguia há quarenta anos: meias-finais.
Mas a história faz-se do passado. E recuando ao Portugal-Brasil da fase de grupos, ficamos a saber que embora dentro do campo tudo tenha ficado empatado, no terreno do jornalismo desportivo, continuamos a levar valentes cabazadas. Ora vejam lá estes momentos geniais.
Com a reviravolta da Holanda sobre o Brasil (salvo o erro, nunca os brasileiros tinham perdido um encontro mundial depois de estarem a vencer), suprema ironia, do denominado “grupo da morte” (Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte) já ninguém resta.
À noite, o confronto mais intenso (e por certo, um dos mais dramáticos da historia dos mundiais) da prova; com o Uruguai a alcançar o que não conseguia há quarenta anos: meias-finais.
Mas a história faz-se do passado. E recuando ao Portugal-Brasil da fase de grupos, ficamos a saber que embora dentro do campo tudo tenha ficado empatado, no terreno do jornalismo desportivo, continuamos a levar valentes cabazadas. Ora vejam lá estes momentos geniais.
Pangeia (XXVI)
O dia em que o torneio dobra o “cabo das três semanas” fica marcado como o dia mais interessante da prova.
Com a reviravolta da Holanda sobre o Brasil (salvo o erro, nunca os brasileiros tinham perdido um encontro mundial depois de estarem a vencer), suprema ironia, do denominado “grupo da morte” (Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte) já ninguém resta.
À noite, o confronto mais intenso (e por certo, um dos mais dramáticos da historia dos mundiais) da prova; com o Uruguai a alcançar o que não conseguia há quarenta anos: meias-finais.
Mas a história faz-se do passado. E recuando ao Portugal-Brasil da fase de grupos, ficamos a saber que embora dentro do campo tudo tenha ficado empatado, no terreno do jornalismo desportivo, continuamos a levar valentes cabazadas. Ora vejam lá estes momentos geniais.
Com a reviravolta da Holanda sobre o Brasil (salvo o erro, nunca os brasileiros tinham perdido um encontro mundial depois de estarem a vencer), suprema ironia, do denominado “grupo da morte” (Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte) já ninguém resta.
À noite, o confronto mais intenso (e por certo, um dos mais dramáticos da historia dos mundiais) da prova; com o Uruguai a alcançar o que não conseguia há quarenta anos: meias-finais.
Mas a história faz-se do passado. E recuando ao Portugal-Brasil da fase de grupos, ficamos a saber que embora dentro do campo tudo tenha ficado empatado, no terreno do jornalismo desportivo, continuamos a levar valentes cabazadas. Ora vejam lá estes momentos geniais.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Pangeia (XXV)
Este é daqueles momentos que faz jus à máxima: “uma imagem vale por mil palavras”. Mais a mais, sendo três minutos delas.
Aqui fica; porque faz parte da história deste torneio e…, para memória futura.
Aqui fica; porque faz parte da história deste torneio e…, para memória futura.
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Pangeia (XXV)
Este é daqueles momentos que faz jus à máxima: “uma imagem vale por mil palavras”. Mais a mais, sendo três minutos delas.
Aqui fica; porque faz parte da história deste torneio e…, para memória futura.
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Pangeia (XXIV)
Tentando evitar o meu momento “falem com o Carlos Queiroz”, deixei para hoje, dia da primeira pausa no Mundial, algumas palavra (poucas, tenho mais onde perder tempo) sobre a divertida eliminação de Portugal aos pés do arqui-rival.Nunca a expressão “a selecção de todos nós” fez tanto sentido como ontem. Fomos, à imagem do país que somos, uma equipa pequena, curta, mesquinha, medrosa, traiçoeira, invejosa. Numa palavra: ridícula.
Mas mais ridícula ainda que a equipa do Prof. CQ, é a atitude do tuguinha que pude ouvir ao longo do dia: “perder com Espanha não é vergonha”, “tivemos azar”, “o árbitro estava comprado”, “aquilo estava feito para o espanhóis”, “o relvado estava horrível” e outras pérolas do género, soaram nos meus ouvidos como a nona sinfonia.
Clássico; a culpa nunca é nossa, é sempre do outro, ou dos outros. Não há meio de aprendermos a lição. Que fique tudo como está pois, no fundo, no fundo, o Prof. CQ é o treinador que os portugueses merecem ter à frente da sua equipa nacional de futebol.
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tomem juízo se calhar queriam que num país de arruaceiros o treinador da selecção de futebol fosse um senhor
Pangeia (XXIV)
Tentando evitar o meu momento “falem com o Carlos Queiroz”, deixei para hoje, dia da primeira pausa no Mundial, algumas palavra (poucas, tenho mais onde perder tempo) sobre a divertida eliminação de Portugal aos pés do arqui-rival.Nunca a expressão “a selecção de todos nós” fez tanto sentido como ontem. Fomos, à imagem do país que somos, uma equipa pequena, curta, mesquinha, medrosa, traiçoeira, invejosa. Numa palavra: ridícula.
Mas mais ridícula ainda que a equipa do Prof. CQ, é a atitude do tuguinha que pude ouvir ao longo do dia: “perder com Espanha não é vergonha”, “tivemos azar”, “o árbitro estava comprado”, “aquilo estava feito para o espanhóis”, “o relvado estava horrível” e outras pérolas do género, soaram nos meus ouvidos como a nona sinfonia.
Clássico; a culpa nunca é nossa, é sempre do outro, ou dos outros. Não há meio de aprendermos a lição. Que fique tudo como está pois, no fundo, no fundo, o Prof. CQ é o treinador que os portugueses merecem ter à frente da sua equipa nacional de futebol.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Pangeia (XXIII)
Eheh, tão bom!
Nada mais a dizer!!
Nada mais a dizer!!
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dizem que rir é o melhor remédio,
selecção
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Eheh, tão bom!
Nada mais a dizer!!
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
Pangeia (XIX)
Iniciada há apenas duas semanas, terminou hoje a fase de grupos do Mundial FIFA 2010. Aqui fica um “A a Z” destes primeiros quinze dias a (mais ou menos) cento e quarenta caracteres, também apelidada por alguém de “Gabriel Alves Experience”.
Alemanha: bósnios, turcos, polacos, ganeses, brasileiros e marcianos também. A face da “mannschaft” mudou muito nos últimos anos; a solidez mantém-se. É candidata!
Blogue: para seguir o mundial só há um, o jabulani (link) e mais nenhum. Excelente trabalho rapaziada, parabéns.
Cristiano: o homem bomba, “quero explodir neste mundial”, disse ele. Animus jocandi, quais judeus ortodoxos, muitos continuam à espera para apanhar todos os bocadinhos do seu cadáver.
Domenech: de África directamente para o caixote do lixo da história do futebol; a menos que o Sporting se lembre dele para substituir Paulo Sérgio lá mais para o natal.
Espanha: o tiqui taka encanta mas, por si só, nãos vence jogos, como se viu contra a Suíça. Continua a ser necessário meter a bola dentro da baliza.
França: a equipa mais odiada da competição, sai vergada ao peso de humilhações várias. Revolução, já!
Gana: a melhor selecção africana em prova. Forte, má, rebelde. Interessante encontro com os EUA na próxima fase.
Holanda: três jogos três vitorias. Laranja menos mecânica mas ainda assim venenosa. Promete muito!
Itália: rica, velha e cansada; cheiinha de artroses. Vai ser preciso muito mais do que uma simples mudança de treinador para reabilitar a velha senhora.
Jabulani: bonita mas traiçoeira, pesadelo de guarda-redes, amante de avançados. Gosto delas assim – das bolas de futebol.
Kaká: vítima de uma expulsão injusta, num dos poucos erros de arbitragem deste torneio; ainda irá a tempo de brilhar?
Landon (Donovan): rezam as crónicas que a eterna promessa do futebol norte-americano, pôs pela primeira vez os automóveis a apitar em Manhattan; à europeia dizem.
Messi: magia pura em campo, será capaz de dar o tri à alvi-celeste?
Nova Zelândia: quer-se queira quer não é a surpresa do tornei. Com jogadores amadores e alguns sem clube abandona África invicta.
Oezil: jovem, rápido, inteligente, turco, alemão. Pode ser uma das figuras da competição.
Portugal: no momento da verdade o cordão umbilical acaba por falar mais alto. Vamos lá cambada.
Queirós ou Queiroz: não me lixes, pá!
Raul (Meireles): os media já lhe chama “abre-latas”; imponente na goleada aos pobres coreanos.
Suiça: um chocolate como desejo - não correspondido - para a próxima fase em português (de Portugal).
Tiago: o melhor português contra os coreanos; terá mesmo, feito o jogo da sua vida.
Uruguai: “La Celeste” brilha como há muito não se via nestas andanças; como a sorte protege os audazes, é candidata a um lugar nas meias.
Vuvuzelas: sem mais comentários.
Wood (Chris): 18 anos, a jogar em Inglaterra no WBA e o mais inspirado kiwi no torneio. Promessa.
X (de 4X3X3): conservador mas flexível. Liberal mas social. Abrangente, depende da forma como é interpretado.
Yakin (Hassan): jogador suíço, como o nome indica imediatamente; a globalização está cada vez mais presente; ainda bem.
Zakumi: dizem ter sido morto num assalto à mão armada num dos muitos bairros pobres da África do Sul; pelo menos ainda ninguém viu a horripilante mascote em qualquer estádio.
Alemanha: bósnios, turcos, polacos, ganeses, brasileiros e marcianos também. A face da “mannschaft” mudou muito nos últimos anos; a solidez mantém-se. É candidata!
Blogue: para seguir o mundial só há um, o jabulani (link) e mais nenhum. Excelente trabalho rapaziada, parabéns.
Cristiano: o homem bomba, “quero explodir neste mundial”, disse ele. Animus jocandi, quais judeus ortodoxos, muitos continuam à espera para apanhar todos os bocadinhos do seu cadáver.
Domenech: de África directamente para o caixote do lixo da história do futebol; a menos que o Sporting se lembre dele para substituir Paulo Sérgio lá mais para o natal.
Espanha: o tiqui taka encanta mas, por si só, nãos vence jogos, como se viu contra a Suíça. Continua a ser necessário meter a bola dentro da baliza.
França: a equipa mais odiada da competição, sai vergada ao peso de humilhações várias. Revolução, já!
Gana: a melhor selecção africana em prova. Forte, má, rebelde. Interessante encontro com os EUA na próxima fase.
Holanda: três jogos três vitorias. Laranja menos mecânica mas ainda assim venenosa. Promete muito!
Itália: rica, velha e cansada; cheiinha de artroses. Vai ser preciso muito mais do que uma simples mudança de treinador para reabilitar a velha senhora.
Jabulani: bonita mas traiçoeira, pesadelo de guarda-redes, amante de avançados. Gosto delas assim – das bolas de futebol.
Kaká: vítima de uma expulsão injusta, num dos poucos erros de arbitragem deste torneio; ainda irá a tempo de brilhar?
Landon (Donovan): rezam as crónicas que a eterna promessa do futebol norte-americano, pôs pela primeira vez os automóveis a apitar em Manhattan; à europeia dizem.
Messi: magia pura em campo, será capaz de dar o tri à alvi-celeste?
Nova Zelândia: quer-se queira quer não é a surpresa do tornei. Com jogadores amadores e alguns sem clube abandona África invicta.
Oezil: jovem, rápido, inteligente, turco, alemão. Pode ser uma das figuras da competição.
Portugal: no momento da verdade o cordão umbilical acaba por falar mais alto. Vamos lá cambada.
Queirós ou Queiroz: não me lixes, pá!
Raul (Meireles): os media já lhe chama “abre-latas”; imponente na goleada aos pobres coreanos.
Suiça: um chocolate como desejo - não correspondido - para a próxima fase em português (de Portugal).
Tiago: o melhor português contra os coreanos; terá mesmo, feito o jogo da sua vida.
Uruguai: “La Celeste” brilha como há muito não se via nestas andanças; como a sorte protege os audazes, é candidata a um lugar nas meias.
Vuvuzelas: sem mais comentários.
Wood (Chris): 18 anos, a jogar em Inglaterra no WBA e o mais inspirado kiwi no torneio. Promessa.
X (de 4X3X3): conservador mas flexível. Liberal mas social. Abrangente, depende da forma como é interpretado.
Yakin (Hassan): jogador suíço, como o nome indica imediatamente; a globalização está cada vez mais presente; ainda bem.
Zakumi: dizem ter sido morto num assalto à mão armada num dos muitos bairros pobres da África do Sul; pelo menos ainda ninguém viu a horripilante mascote em qualquer estádio.
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Pangeia (XIX)
Iniciada há apenas duas semanas, terminou hoje a fase de grupos do Mundial FIFA 2010. Aqui fica um “A a Z” destes primeiros quinze dias a (mais ou menos) cento e quarenta caracteres, também apelidada por alguém de “Gabriel Alves Experience”.
Alemanha: bósnios, turcos, polacos, ganeses, brasileiros e marcianos também. A face da “mannschaft” mudou muito nos últimos anos; a solidez mantém-se. É candidata!
Blogue: para seguir o mundial só há um, o jabulani (link) e mais nenhum. Excelente trabalho rapaziada, parabéns.
Cristiano: o homem bomba, “quero explodir neste mundial”, disse ele. Animus jocandi, quais judeus ortodoxos, muitos continuam à espera para apanhar todos os bocadinhos do seu cadáver.
Domenech: de África directamente para o caixote do lixo da história do futebol; a menos que o Sporting se lembre dele para substituir Paulo Sérgio lá mais para o natal.
Espanha: o tiqui taka encanta mas, por si só, nãos vence jogos, como se viu contra a Suíça. Continua a ser necessário meter a bola dentro da baliza.
França: a equipa mais odiada da competição, sai vergada ao peso de humilhações várias. Revolução, já!
Gana: a melhor selecção africana em prova. Forte, má, rebelde. Interessante encontro com os EUA na próxima fase.
Holanda: três jogos três vitorias. Laranja menos mecânica mas ainda assim venenosa. Promete muito!
Itália: rica, velha e cansada; cheiinha de artroses. Vai ser preciso muito mais do que uma simples mudança de treinador para reabilitar a velha senhora.
Jabulani: bonita mas traiçoeira, pesadelo de guarda-redes, amante de avançados. Gosto delas assim – das bolas de futebol.
Kaká: vítima de uma expulsão injusta, num dos poucos erros de arbitragem deste torneio; ainda irá a tempo de brilhar?
Landon (Donovan): rezam as crónicas que a eterna promessa do futebol norte-americano, pôs pela primeira vez os automóveis a apitar em Manhattan; à europeia dizem.
Messi: magia pura em campo, será capaz de dar o tri à alvi-celeste?
Nova Zelândia: quer-se queira quer não é a surpresa do tornei. Com jogadores amadores e alguns sem clube abandona África invicta.
Oezil: jovem, rápido, inteligente, turco, alemão. Pode ser uma das figuras da competição.
Portugal: no momento da verdade o cordão umbilical acaba por falar mais alto. Vamos lá cambada.
Queirós ou Queiroz: não me lixes, pá!
Raul (Meireles): os media já lhe chama “abre-latas”; imponente na goleada aos pobres coreanos.
Suiça: um chocolate como desejo - não correspondido - para a próxima fase em português (de Portugal).
Tiago: o melhor português contra os coreanos; terá mesmo, feito o jogo da sua vida.
Uruguai: “La Celeste” brilha como há muito não se via nestas andanças; como a sorte protege os audazes, é candidata a um lugar nas meias.
Vuvuzelas: sem mais comentários.
Wood (Chris): 18 anos, a jogar em Inglaterra no WBA e o mais inspirado kiwi no torneio. Promessa.
X (de 4X3X3): conservador mas flexível. Liberal mas social. Abrangente, depende da forma como é interpretado.
Yakin (Hassan): jogador suíço, como o nome indica imediatamente; a globalização está cada vez mais presente; ainda bem.
Zakumi: dizem ter sido morto num assalto à mão armada num dos muitos bairros pobres da África do Sul; pelo menos ainda ninguém viu a horripilante mascote em qualquer estádio.
Alemanha: bósnios, turcos, polacos, ganeses, brasileiros e marcianos também. A face da “mannschaft” mudou muito nos últimos anos; a solidez mantém-se. É candidata!
Blogue: para seguir o mundial só há um, o jabulani (link) e mais nenhum. Excelente trabalho rapaziada, parabéns.
Cristiano: o homem bomba, “quero explodir neste mundial”, disse ele. Animus jocandi, quais judeus ortodoxos, muitos continuam à espera para apanhar todos os bocadinhos do seu cadáver.
Domenech: de África directamente para o caixote do lixo da história do futebol; a menos que o Sporting se lembre dele para substituir Paulo Sérgio lá mais para o natal.
Espanha: o tiqui taka encanta mas, por si só, nãos vence jogos, como se viu contra a Suíça. Continua a ser necessário meter a bola dentro da baliza.
França: a equipa mais odiada da competição, sai vergada ao peso de humilhações várias. Revolução, já!
Gana: a melhor selecção africana em prova. Forte, má, rebelde. Interessante encontro com os EUA na próxima fase.
Holanda: três jogos três vitorias. Laranja menos mecânica mas ainda assim venenosa. Promete muito!
Itália: rica, velha e cansada; cheiinha de artroses. Vai ser preciso muito mais do que uma simples mudança de treinador para reabilitar a velha senhora.
Jabulani: bonita mas traiçoeira, pesadelo de guarda-redes, amante de avançados. Gosto delas assim – das bolas de futebol.
Kaká: vítima de uma expulsão injusta, num dos poucos erros de arbitragem deste torneio; ainda irá a tempo de brilhar?
Landon (Donovan): rezam as crónicas que a eterna promessa do futebol norte-americano, pôs pela primeira vez os automóveis a apitar em Manhattan; à europeia dizem.
Messi: magia pura em campo, será capaz de dar o tri à alvi-celeste?
Nova Zelândia: quer-se queira quer não é a surpresa do tornei. Com jogadores amadores e alguns sem clube abandona África invicta.
Oezil: jovem, rápido, inteligente, turco, alemão. Pode ser uma das figuras da competição.
Portugal: no momento da verdade o cordão umbilical acaba por falar mais alto. Vamos lá cambada.
Queirós ou Queiroz: não me lixes, pá!
Raul (Meireles): os media já lhe chama “abre-latas”; imponente na goleada aos pobres coreanos.
Suiça: um chocolate como desejo - não correspondido - para a próxima fase em português (de Portugal).
Tiago: o melhor português contra os coreanos; terá mesmo, feito o jogo da sua vida.
Uruguai: “La Celeste” brilha como há muito não se via nestas andanças; como a sorte protege os audazes, é candidata a um lugar nas meias.
Vuvuzelas: sem mais comentários.
Wood (Chris): 18 anos, a jogar em Inglaterra no WBA e o mais inspirado kiwi no torneio. Promessa.
X (de 4X3X3): conservador mas flexível. Liberal mas social. Abrangente, depende da forma como é interpretado.
Yakin (Hassan): jogador suíço, como o nome indica imediatamente; a globalização está cada vez mais presente; ainda bem.
Zakumi: dizem ter sido morto num assalto à mão armada num dos muitos bairros pobres da África do Sul; pelo menos ainda ninguém viu a horripilante mascote em qualquer estádio.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pangeia (XVII)
O que é isto, pá?
Eu sei que após a goleada aos pobres coreanos deixou de ser “moda” zombar com a equipa do CQ. De repente, todos, até aqueles que pensam que o futebol se joga com as mãos, passaram a vibrar com a “nossa selecção”.
Pois…, mas se há coisa que este blogue se pode orgulhar, é de nunca ter ido em “modas”.
O que é isto, pá? É a questão que se impõe perante estas imagens de aparente regabofe.
Com esta colonização física e cultural, quem se deve rir a bandeiras despregadas, são os nossos amigos “zucas”.
Lá disse um dia o ascoroso (que Deus tenha) José Maria Pedroto: "Um brasileiro é bom, dois é de mais, três é uma escola de samba". E é bem certo!
Eu sei que após a goleada aos pobres coreanos deixou de ser “moda” zombar com a equipa do CQ. De repente, todos, até aqueles que pensam que o futebol se joga com as mãos, passaram a vibrar com a “nossa selecção”.
Pois…, mas se há coisa que este blogue se pode orgulhar, é de nunca ter ido em “modas”.
O que é isto, pá? É a questão que se impõe perante estas imagens de aparente regabofe.
Com esta colonização física e cultural, quem se deve rir a bandeiras despregadas, são os nossos amigos “zucas”.
Lá disse um dia o ascoroso (que Deus tenha) José Maria Pedroto: "Um brasileiro é bom, dois é de mais, três é uma escola de samba". E é bem certo!
Pangeia (XVII)
O que é isto, pá?
Eu sei que após a goleada aos pobres coreanos deixou de ser “moda” zombar com a equipa do CQ. De repente, todos, até aqueles que pensam que o futebol se joga com as mãos, passaram a vibrar com a “nossa selecção”.
Pois…, mas se há coisa que este blogue se pode orgulhar, é de nunca ter ido em “modas”.
O que é isto, pá? É a questão que se impõe perante estas imagens de aparente regabofe.
Com esta colonização física e cultural, quem se deve rir a bandeiras despregadas, são os nossos amigos “zucas”.
Lá disse um dia o ascoroso (que Deus tenha) José Maria Pedroto: "Um brasileiro é bom, dois é de mais, três é uma escola de samba". E é bem certo!
Eu sei que após a goleada aos pobres coreanos deixou de ser “moda” zombar com a equipa do CQ. De repente, todos, até aqueles que pensam que o futebol se joga com as mãos, passaram a vibrar com a “nossa selecção”.
Pois…, mas se há coisa que este blogue se pode orgulhar, é de nunca ter ido em “modas”.
O que é isto, pá? É a questão que se impõe perante estas imagens de aparente regabofe.
Com esta colonização física e cultural, quem se deve rir a bandeiras despregadas, são os nossos amigos “zucas”.
Lá disse um dia o ascoroso (que Deus tenha) José Maria Pedroto: "Um brasileiro é bom, dois é de mais, três é uma escola de samba". E é bem certo!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Pangeia (XV)
Independentemente dos contendores, uma goleada épica e histórica seria sempre o momento mundial do dia neste blogue.Tocou a Portugal a arte e o engenho de a construir. A segunda parte do jogo de hoje face à Coreia do Norte, fica gravada a ouro na nossa memória e será, por certo, objecto de estudo em qualquer escola de futebol.
Ronaldo, Meireles, Coentrão e sobretudo Tiago (este fez por certo um dos jogos da sua vida), foram os timoneiros da caravela que transformou de novo o cabo das tormentas em cabo da boa esperança. No futebol, já se sabe, é assim: de besta a bestial vão alguns minutos e uma dúzia de pontapés na bola. E esta equipa, até ver, conseguiu calar os críticos, e até metamorfosear velhos ódios em neófitos amores. Clássico.
A ver vamos, agora, com curiosidade.
Pangeia (XV)
Independentemente dos contendores, uma goleada épica e histórica seria sempre o momento mundial do dia neste blogue.Tocou a Portugal a arte e o engenho de a construir. A segunda parte do jogo de hoje face à Coreia do Norte, fica gravada a ouro na nossa memória e será, por certo, objecto de estudo em qualquer escola de futebol.
Ronaldo, Meireles, Coentrão e sobretudo Tiago (este fez por certo um dos jogos da sua vida), foram os timoneiros da caravela que transformou de novo o cabo das tormentas em cabo da boa esperança. No futebol, já se sabe, é assim: de besta a bestial vão alguns minutos e uma dúzia de pontapés na bola. E esta equipa, até ver, conseguiu calar os críticos, e até metamorfosear velhos ódios em neófitos amores. Clássico.
A ver vamos, agora, com curiosidade.
domingo, 20 de junho de 2010
Pangeia (XIV)
Há 44 anos foi assim; e amanhã (hoje) como será?
Pangeia (XIV)
Há 44 anos foi assim; e amanhã (hoje) como será?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Pangeia (IX)
No esquema CQ, quem perde é você!Manhã cedo, escrevi aqui (link) isto, que, com as necessárias adaptações, publico agora. Apenas porque está (e estará) perfeitamente actual.
Portugal jogará simplesmente num esquema CQ, uma das variantes do simplório 4x3x3.
O esquema CQ, em bom rigor, não chega a ser táctica, mas apenas estratégia. Como sabem esta vem antes da primeira; e dela (da estratégia) CQ não passará.
No esquema CQ importa ter a bola, apresentar solidariedade entre sectores e, acima de tudo, solidez no processo defensivo que, naturalmente, começa a meio campo. Depois..., bem depois é confiar no génio de quem lá está na frente para resolver (se o génio tiver acordado de manhã bem disposto, obviamente), ou esperar por uma bola parada, ressalto ou mesmo jogada casual para o “um a zero” que basta.
Portugal é simplesmente isto. Foi assim no apuramento, foi assim na preparação, será assim hoje e depois: esquema CQ! Nada a enganar.
[espero não me distrair, nem mais um minuto que seja, a comentar a equpazeca do CQ]
Pangeia (IX)
No esquema CQ, quem perde é você!Manhã cedo, escrevi aqui (link) isto, que, com as necessárias adaptações, publico agora. Apenas porque está (e estará) perfeitamente actual.
Portugal jogará simplesmente num esquema CQ, uma das variantes do simplório 4x3x3.
O esquema CQ, em bom rigor, não chega a ser táctica, mas apenas estratégia. Como sabem esta vem antes da primeira; e dela (da estratégia) CQ não passará.
No esquema CQ importa ter a bola, apresentar solidariedade entre sectores e, acima de tudo, solidez no processo defensivo que, naturalmente, começa a meio campo. Depois..., bem depois é confiar no génio de quem lá está na frente para resolver (se o génio tiver acordado de manhã bem disposto, obviamente), ou esperar por uma bola parada, ressalto ou mesmo jogada casual para o “um a zero” que basta.
Portugal é simplesmente isto. Foi assim no apuramento, foi assim na preparação, será assim hoje e depois: esquema CQ! Nada a enganar.
[espero não me distrair, nem mais um minuto que seja, a comentar a equpazeca do CQ]
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