sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Mário Machado

Um gajo pronuncia meia dúzia de palavras contra a escumalha que rouba, viola, esfaqueia, agride, mata e é condenado a um par de anos na cadeia. Um gajo tem lá em casa umas armas (que não usa) para poder defender-se dessa mesma escumalha que infesta as nossas ruas e leva mais um par de anos a ver o sol nascer aos quadradinhos.

A escumalha continua à solta; diariamente gama, bate, agride, assassina e como prémio a sociedade ainda lhe oferece um rendimento certo pago à conta dos frutos do trabalho honesto de tantos como nós.
Estranho e perigoso este (irreconhecível!) Portugal contemporâneo.
A sociedade faz muito bem em arrecadar os ditos extremistas. A historia é como o algodão, não engana; é assim que se parem os lideres.

(…e o melhor é por aqui me ficar; estar caladinho. Por bem menos do que acabo de escrever já me chamaram Nazi meia dúzia de vezes e fui descriminado ouras tantas)

Boa cama faz, quem nela se vai deitar.

Mário Machado

Um gajo pronuncia meia dúzia de palavras contra a escumalha que rouba, viola, esfaqueia, agride, mata e é condenado a um par de anos na cadeia. Um gajo tem lá em casa umas armas (que não usa) para poder defender-se dessa mesma escumalha que infesta as nossas ruas e leva mais um par de anos a ver o sol nascer aos quadradinhos.

A escumalha continua à solta; diariamente gama, bate, agride, assassina e como prémio a sociedade ainda lhe oferece um rendimento certo pago à conta dos frutos do trabalho honesto de tantos como nós.
Estranho e perigoso este (irreconhecível!) Portugal contemporâneo.
A sociedade faz muito bem em arrecadar os ditos extremistas. A historia é como o algodão, não engana; é assim que se parem os lideres.

(…e o melhor é por aqui me ficar; estar caladinho. Por bem menos do que acabo de escrever já me chamaram Nazi meia dúzia de vezes e fui descriminado ouras tantas)

Boa cama faz, quem nela se vai deitar.

À antiga

Foi uma noite das antigas. Daquelas em que pela magia da equipa - e houve equipa! - o adversário foi esmagado pelo Inferno da Luz.
O estádio não se calou. Não parou de jogar. Antes da pressão de Yebda ou Katsouranis sobre o napolitano que tinha a bola, já o Inferno o fazia tremer.
O Benfica jogou com personalidade e com calma. Mas mais que tudo, com alma!
Mostra a tua raça, teu querer e ambição!
Nós só queremos o Benfica campeão!
Sport Lisboa e Benfica, o Campeão!

À antiga

Foi uma noite das antigas. Daquelas em que pela magia da equipa - e houve equipa! - o adversário foi esmagado pelo Inferno da Luz.
O estádio não se calou. Não parou de jogar. Antes da pressão de Yebda ou Katsouranis sobre o napolitano que tinha a bola, já o Inferno o fazia tremer.
O Benfica jogou com personalidade e com calma. Mas mais que tudo, com alma!
Mostra a tua raça, teu querer e ambição!
Nós só queremos o Benfica campeão!
Sport Lisboa e Benfica, o Campeão!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Zbigniew Preisner

Continua a minha senda de leigo pelo piano, esse instrumento que seria dos deuses se eles existissem. Como em outros posts, vou dando aqui conta das descobertas e dos gostos que marcam essa paixão.
A descoberta de Zbigniew Preisner (mais ou menos no final do ano passado), através da Antena 2, veio reforçar a minha paixão pela música erudita contemporânea. Na verdade, já o conhecia há muitos anos, pois ouvi-o através do filme "Blue" (Krzysztof Kieslowski), mas não fixei o seu nome ou procurei a sua música. Aqui fica um registo seu.

"Les Marionnettes"