segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sobre a intifada de Telheiras...

...ler aqui (link) o que escreve Pedro Correia.

Sobre a intifada de Telheiras...

...ler aqui (link) o que escreve Pedro Correia.

O segredo de justiça, Armando Vara e coisas assim

Parece que Armando Vara pediu 10.000 euros para tentar influenciar uma decisão de alguém que não trabalha consigo. Do tipo "acha que consegue dar uma palavrinha a fulano de tal?", "sim, posso, mas isso custa-lhe X"
Isso é crime?
Pois...
Parece que anda uma certidão completa do processo nos órgãos de comunicação social (não sei se é completa, mas as televisões têm mostrado imagens do que parece ser um processod e inquérito).
Isso não é crime?
Pois...
Não vi nenhum director de jornal insurgir-se contra a violação do segredo de justiça consubstanciada na divulgação de partes do processo de inquérito. Pelos vistos os e-mails dos jornalistas são mais importantes que os despachos dos procuradores...

O segredo de justiça, Armando Vara e coisas assim

Parece que Armando Vara pediu 10.000 euros para tentar influenciar uma decisão de alguém que não trabalha consigo. Do tipo "acha que consegue dar uma palavrinha a fulano de tal?", "sim, posso, mas isso custa-lhe X"
Isso é crime?
Pois...
Parece que anda uma certidão completa do processo nos órgãos de comunicação social (não sei se é completa, mas as televisões têm mostrado imagens do que parece ser um processod e inquérito).
Isso não é crime?
Pois...
Não vi nenhum director de jornal insurgir-se contra a violação do segredo de justiça consubstanciada na divulgação de partes do processo de inquérito. Pelos vistos os e-mails dos jornalistas são mais importantes que os despachos dos procuradores...

É impressão minha ou os pedófilos são sempre bem tratados nos tribunais superiores?

Supremo reduz pena de pedófilo confesso

É impressão minha ou os pedófilos são sempre bem tratados nos tribunais superiores?

Supremo reduz pena de pedófilo confesso

domingo, 1 de novembro de 2009

Um “novo começo” ou um fim anunciado?

O Público diz que “inicia hoje uma nova etapa da sua história”. Quem somos nós para duvidar?

Aliás, lendo o editorial onde tal ideia é manifestada (link) - todo ele demasiadamente infeliz para ser verdade – ficamos certos que tal é mesmo verdade.

Reparem apenas na seguinte medida paradigmática: “os editoriais, a partir de hoje, deixarão de ser assinados”. Que é como quem diz, a partir de hoje o Público deixa de ser feito por pessoas, passando a ser feito por uma entidade, um espírito, um fantasma denominado “pensamento desta direcção”.

E isto é grave? De que maneira. Porquê? Porque nos dias que correm um jornal não vende notícias, pois estas são de borla, andam por ai soltas, livres, à espera de serem encontradas. Hoje um jornal vende opiniões, esclarecimentos, duvidas, questões. E estas têm de ser “postas” pelo Zé, pelo Paulo, pela Maria e pela Vanda. Nunca pelo vagamente Estalinista “pensamento desta direcção”.