quinta-feira, 10 de abril de 2008

Laicidade

Continua a haver muita confusão sobre a laicidade. Neste particular, a Igreja portuguesa continua (não sei se de propósito, se por inabilidade comunicativa) a lançar alertas contra a laicidade do Estado. Convém esclarecer: laicidade significa - pura e simplesmente - a separação e independência entre Estado e Religiões. Sejam elas quais forem.
O Estado não tem de ser hospedeiro de qualquer religião, por mais dominante que seja na sociedade, porque a religião é sempre uma escolha individual.

Laicidade

Continua a haver muita confusão sobre a laicidade. Neste particular, a Igreja portuguesa continua (não sei se de propósito, se por inabilidade comunicativa) a lançar alertas contra a laicidade do Estado. Convém esclarecer: laicidade significa - pura e simplesmente - a separação e independência entre Estado e Religiões. Sejam elas quais forem.
O Estado não tem de ser hospedeiro de qualquer religião, por mais dominante que seja na sociedade, porque a religião é sempre uma escolha individual.

A flexibilidade real do mercado laboral português

Já antes o tínhamos referido aqui no Arcádia: o trabalho precário em Portugal é muito elevado. Aqui conta-se os contratos a prazo, os falsos recibos verdes e o trabalho temporário, expedientes utilizados pelos empregadores para roubar aos portugueses as contribuições devidas à Segurança Social e para conseguir -artificialmente- melhores resultados da sua gestão.
Claro que há sempre quem diga que a precariedade é a única saída que os empresários têm para combater a rigidez legal. Só que, atingindo a precariedade quase dois milhões de trabalhadores portugueses, a rigidez transmuta-se em mito, e além do mais, é difícil aceitar essa justificação do crime social: não se trata propriamente de um Jean Valjean colectivo a roubar pão para a família faminta...
Por tudo isto, é uma boa notícia que o Governo se prepare para combater essas novas formas de servidão, e que a Assembleia da República discuta o assunto.

A flexibilidade real do mercado laboral português

Já antes o tínhamos referido aqui no Arcádia: o trabalho precário em Portugal é muito elevado. Aqui conta-se os contratos a prazo, os falsos recibos verdes e o trabalho temporário, expedientes utilizados pelos empregadores para roubar aos portugueses as contribuições devidas à Segurança Social e para conseguir -artificialmente- melhores resultados da sua gestão.
Claro que há sempre quem diga que a precariedade é a única saída que os empresários têm para combater a rigidez legal. Só que, atingindo a precariedade quase dois milhões de trabalhadores portugueses, a rigidez transmuta-se em mito, e além do mais, é difícil aceitar essa justificação do crime social: não se trata propriamente de um Jean Valjean colectivo a roubar pão para a família faminta...
Por tudo isto, é uma boa notícia que o Governo se prepare para combater essas novas formas de servidão, e que a Assembleia da República discuta o assunto.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

ExpoSub Portugal 2008

Mergulhar, para mim, só por debaixo das ondas. Mas há quem goste de ir mais fundo. Tenho alguns amigos que adoram o deporto e não perdem tempo a encher-me de invejinha com as suas belas fotos subaquáticas. De um deles recebo um mail que me pede a divulgação da ExpoSub Portugal 2008. Porque os blogues também servem para estas coisas, aqui fica o convite…

Contando a história desde o seu inicio: …em 2001, um grupo de amigos praticantes de mergulho recreativo resolveu criar um fórum de discussão sobre a sua modalidade na Rede. Nuno Gil, o seu criador, despoletou assim um dos maiores fenómenos nacionais de fóruns virtuais no nosso país, actualmente com mais de 6500 utilizadores activos e 4 milhões de “cliques” mensais. Tanta actividade já serviu de base para a criação de uma associação sem fins lucrativos para a dinamização do mergulho “APDM”, e a organização de inúmeros eventos entre os quais contam-se quatro concursos internacionais de fotografia subaquática e a realização da Exposub, o 1º salão internacional de actividades subaquáticas em 2006. Dado o grande sucesso deste certame, está a ser organizado para os próximos dias 18 a 20 de Abril, no Montijo, a 2ª edição da Exposub que de entre diversas actividades contará como o 1º Festival de Vídeo Subaquático Nacional.

ExpoSub Portugal 2008

Mergulhar, para mim, só por debaixo das ondas. Mas há quem goste de ir mais fundo. Tenho alguns amigos que adoram o deporto e não perdem tempo a encher-me de invejinha com as suas belas fotos subaquáticas. De um deles recebo um mail que me pede a divulgação da ExpoSub Portugal 2008. Porque os blogues também servem para estas coisas, aqui fica o convite…

Contando a história desde o seu inicio: …em 2001, um grupo de amigos praticantes de mergulho recreativo resolveu criar um fórum de discussão sobre a sua modalidade na Rede. Nuno Gil, o seu criador, despoletou assim um dos maiores fenómenos nacionais de fóruns virtuais no nosso país, actualmente com mais de 6500 utilizadores activos e 4 milhões de “cliques” mensais. Tanta actividade já serviu de base para a criação de uma associação sem fins lucrativos para a dinamização do mergulho “APDM”, e a organização de inúmeros eventos entre os quais contam-se quatro concursos internacionais de fotografia subaquática e a realização da Exposub, o 1º salão internacional de actividades subaquáticas em 2006. Dado o grande sucesso deste certame, está a ser organizado para os próximos dias 18 a 20 de Abril, no Montijo, a 2ª edição da Exposub que de entre diversas actividades contará como o 1º Festival de Vídeo Subaquático Nacional.

Dizem que estes vão ser grandes em 2008 (XII)

...porque não me canso de ouvir a Rita.

Hey Tom