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terça-feira, 21 de agosto de 2007

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Afinal o Zé fazia mesmo falta a alguém

O Bloco chega finalmente a uma posição de poder (algo) relevante. Estou contente. O Zé e o seu bando, com uma “pasta” importante em Lisboa, vão poder por fim mostrar que são ainda mais medíocres do que as moscas do costume.

Afinal o Zé fazia mesmo falta a alguém

O Bloco chega finalmente a uma posição de poder (algo) relevante. Estou contente. O Zé e o seu bando, com uma “pasta” importante em Lisboa, vão poder por fim mostrar que são ainda mais medíocres do que as moscas do costume.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Culto de personalidade

José Sá Fernandes tornou-se num caso sério de culto de personalidade. A sua intifada contra tudo o que o que mexe em Lisboa (e nem tudo o que mexe é mau) levou-o a ser convidado (e a aceitar o convite) para encabeçar a lista do Bloco de Esquerda em duas eleições para a Câmara Municipal desta cidade: as primeiras há dois anos, e agora as segundas, sendo claro que ele foi o principal causador destas eleições, por causa do mal explicado affaire Bragaparques, em que os irmãos Sá Fernandes acusam a empresa da "Roma portuguesa" de tentativa de corrupção, e a empresa os acusa do mesmo, para obter financiamento para a campanha eleitoral do Bloco de Esquerda.
Para além da queda de Carmona, o que é já conseguiu Sá Fernandes? Encareceu o túnel do Marquês, que não obstante está aberto e a funcionar. Não impediu a "reconversão" do Convento dos Inglesinhos num condomínio privado. Não devolveu a Praça do Comércio à cidade.
Nestas eleições assistimos, por outro lado, ao crescimento do culto ao "Sántinho":
Primeiro vieram os cartazes dizendo que "o Zé faz falta". Depois, de uma forma inacreditável, este menino-guerreiro distribuiu manjericos com as seguintes quadras:
"A Bragaparques assentou
em Lisboa os arraiais
Mas Sá Fernandes denunciou
os seus negócios ilegais
Cada um sacava o seu,
Era um fartar vilanagem
Ninguém dobrou ou venceu
O vereador da coragem"
Agora estão por aí os novos cartazes da candidatura, dizendo: "houvesse mais Zés e haveria menos Bragaparques": afinal, o homem é candidato à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa, ou pretende apenas usar o poder de uma eventual reeleição como vereador para continuar uma guerra pessoal contra uma empresa?
Sá Fernandes construiu a imagem de um paladino contra os poderosos, mas - a pouco e pouco - vai-se-lhe colando a imagem de um mero "bota-abaixo" sedento de protagonismo.
E esse Zé não faz falta nenhuma.

Culto de personalidade

José Sá Fernandes tornou-se num caso sério de culto de personalidade. A sua intifada contra tudo o que o que mexe em Lisboa (e nem tudo o que mexe é mau) levou-o a ser convidado (e a aceitar o convite) para encabeçar a lista do Bloco de Esquerda em duas eleições para a Câmara Municipal desta cidade: as primeiras há dois anos, e agora as segundas, sendo claro que ele foi o principal causador destas eleições, por causa do mal explicado affaire Bragaparques, em que os irmãos Sá Fernandes acusam a empresa da "Roma portuguesa" de tentativa de corrupção, e a empresa os acusa do mesmo, para obter financiamento para a campanha eleitoral do Bloco de Esquerda.
Para além da queda de Carmona, o que é já conseguiu Sá Fernandes? Encareceu o túnel do Marquês, que não obstante está aberto e a funcionar. Não impediu a "reconversão" do Convento dos Inglesinhos num condomínio privado. Não devolveu a Praça do Comércio à cidade.
Nestas eleições assistimos, por outro lado, ao crescimento do culto ao "Sántinho":
Primeiro vieram os cartazes dizendo que "o Zé faz falta". Depois, de uma forma inacreditável, este menino-guerreiro distribuiu manjericos com as seguintes quadras:
"A Bragaparques assentou
em Lisboa os arraiais
Mas Sá Fernandes denunciou
os seus negócios ilegais
Cada um sacava o seu,
Era um fartar vilanagem
Ninguém dobrou ou venceu
O vereador da coragem"
Agora estão por aí os novos cartazes da candidatura, dizendo: "houvesse mais Zés e haveria menos Bragaparques": afinal, o homem é candidato à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa, ou pretende apenas usar o poder de uma eventual reeleição como vereador para continuar uma guerra pessoal contra uma empresa?
Sá Fernandes construiu a imagem de um paladino contra os poderosos, mas - a pouco e pouco - vai-se-lhe colando a imagem de um mero "bota-abaixo" sedento de protagonismo.
E esse Zé não faz falta nenhuma.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

O divorcio unilateral proposto pelo Bloco de Esquerda

Fui alertado para o tema pelo excelente post de Daniel Oliveira no Arrastão que desde já convido todos sem excepção a ler com atenção pois é claro, esclarecedor e descontaminado ideologicamente.
Já defendi na Universidade, pelos menos em duas ocasiões distintas, aquilo a que a ordem jurídica Brasileira denomina “divórcio direto”. A ideia é simples: se somos livres para unilateralmente nos decidirmos por casar faz todo o sentido que sejamos livres para unilateralmente nos decidirmos pelo divórcio.
Defender o divórcio unilateral não é fácil devido ao melindre do tema – por isso é que o post do Daniel é longo. O que é fácil é ser autista e demagogo como o deputado socialista Ricardo Rodrigues que apelidou de “divórcio na hora” a iniciativa do Bloco.
Voltarei ao tema - aproveitando algumas coisas que tenho escritas sobre o mesmo - até porque politicamente estou à vontade. Deve ser a primeira vez que me coloco inequivocamente ao lado de uma iniciativa do Bloco de Esquerda.

PSL

O divorcio unilateral proposto pelo Bloco de Esquerda

Fui alertado para o tema pelo excelente post de Daniel Oliveira no Arrastão que desde já convido todos sem excepção a ler com atenção pois é claro, esclarecedor e descontaminado ideologicamente.
Já defendi na Universidade, pelos menos em duas ocasiões distintas, aquilo a que a ordem jurídica Brasileira denomina “divórcio direto”. A ideia é simples: se somos livres para unilateralmente nos decidirmos por casar faz todo o sentido que sejamos livres para unilateralmente nos decidirmos pelo divórcio.
Defender o divórcio unilateral não é fácil devido ao melindre do tema – por isso é que o post do Daniel é longo. O que é fácil é ser autista e demagogo como o deputado socialista Ricardo Rodrigues que apelidou de “divórcio na hora” a iniciativa do Bloco.
Voltarei ao tema - aproveitando algumas coisas que tenho escritas sobre o mesmo - até porque politicamente estou à vontade. Deve ser a primeira vez que me coloco inequivocamente ao lado de uma iniciativa do Bloco de Esquerda.

PSL