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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Factos são factos

Crescimento médio anual da economia portuguesa:

Democracia moderna (1974-09): +2.7%
Estado Novo (1926-73): +4.7%
República (1911-25): -0.4%
Monarquia (1852-1910): +2.0%
Média no período (1852-2009): +2.8%

[daqui]

Factos são factos

Crescimento médio anual da economia portuguesa:

Democracia moderna (1974-09): +2.7%
Estado Novo (1926-73): +4.7%
República (1911-25): -0.4%
Monarquia (1852-1910): +2.0%
Média no período (1852-2009): +2.8%

[daqui]

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Ainda a guerra: coisas daquele tempo (I)

Angola é nossa, Angola é nossa, Angola é nossa, Angola é nossa
Ó povo heróico Português, num esforço estoico outra vez
Tens de lutar, vencer, esmagar a vil traição p'ra triunfar valor te dá o teres razão
Angola é nossa gritarei, é carne, é sangue da nossa grei
Sem hesitar, p'ra defender é pelejar até vencer
Aos invasores castigar com destemor ancestral
Deter, destroçar vencer, escorraçar e gritarAngola é nossa,
Angola é nossa, é nossa é nossa Angola é Portugal!

Ainda a guerra: coisas daquele tempo (I)

Angola é nossa, Angola é nossa, Angola é nossa, Angola é nossa
Ó povo heróico Português, num esforço estoico outra vez
Tens de lutar, vencer, esmagar a vil traição p'ra triunfar valor te dá o teres razão
Angola é nossa gritarei, é carne, é sangue da nossa grei
Sem hesitar, p'ra defender é pelejar até vencer
Aos invasores castigar com destemor ancestral
Deter, destroçar vencer, escorraçar e gritarAngola é nossa,
Angola é nossa, é nossa é nossa Angola é Portugal!

segunda-feira, 18 de junho de 2007

A frase

«Somos governados por uma cambada de vigaristas e o chefe deles todos é um filho da puta».
Conhecida a frase, será interessante conhecer os depoimentos dos bons colegas de Charrua. É que não só o homem não estava a falar sozinho, como o instrutor do processo apenas pôde estabelecer a existência de um ilícito disciplinar porque os bons colegas de Charrua concluiram que este se referia ao Primeiro Ministro e não, por exemplo, à primeira figura do Estado (e por conseguinte o chefe): o Presidente da República.
Assim, é verdade que o insulto a um superior hierárquico (como ao dono de uma empresa privada onde se trabalha) constitui um ilícito disciplinar.
Porém, será que o dever de respeito na Administração Pública se deve manter no nível do Primeiro Ministro? Aceito que o dever de respeito é evidente para com os responsáveis máximos dos diferentes organismos do Estado (por exemplo para com o Director-Geral, ou o Presidente do Instituto Público, mas manter esse dever para com o Primeiro Ministro parece-me um excesso orgânico inadmissível e uma herança pesada da velha "democracia orgânica"...

A frase

«Somos governados por uma cambada de vigaristas e o chefe deles todos é um filho da puta».
Conhecida a frase, será interessante conhecer os depoimentos dos bons colegas de Charrua. É que não só o homem não estava a falar sozinho, como o instrutor do processo apenas pôde estabelecer a existência de um ilícito disciplinar porque os bons colegas de Charrua concluiram que este se referia ao Primeiro Ministro e não, por exemplo, à primeira figura do Estado (e por conseguinte o chefe): o Presidente da República.
Assim, é verdade que o insulto a um superior hierárquico (como ao dono de uma empresa privada onde se trabalha) constitui um ilícito disciplinar.
Porém, será que o dever de respeito na Administração Pública se deve manter no nível do Primeiro Ministro? Aceito que o dever de respeito é evidente para com os responsáveis máximos dos diferentes organismos do Estado (por exemplo para com o Director-Geral, ou o Presidente do Instituto Público, mas manter esse dever para com o Primeiro Ministro parece-me um excesso orgânico inadmissível e uma herança pesada da velha "democracia orgânica"...

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Discursos no 25 de Abril

  1. Verdes, Comunistas e Bloquistas iguais a si mesmos: está tudo mal e não têm culpa nenhuma;
  2. Populares iguais a si mesmos: estaria tudo melhor se não fossem os gajos indicados em "1.";
  3. Social-democratas diferentes do costume: com um discurso muito bom, pecando aqui e ali por alfinetadas pessoais a Sócrates;
  4. Socialistas diferentes do costume: com um discurso fraquinho, fraquinho, fraquinho, um imenso vazio decorado com toneladas de citações;
  5. Um cidadão estrangeiro (ao que parece, brasileiro), que não conseguiu discursar até ao fim.

Todos os discursos formais, cheios de fórmulas bafientas: dirigem-se primeiro ao Presidente da República, depois chegam ao dirigente de uma religião do médio oriente, e por fim aos portugueses e portuguesas, ou caros concidadãos.

É sempre a mesma coisa: parecem esquecer que o 25 de Abril foi feito para os portugueses, contra o Presidente da República, contra o Presidente do Conselho e contra o Cardeal Patriarca.

Parecem esquecer que o 25 de Abril foi feito contra Comités Centrais de comunas e fachos, contra mangas de alpaca e capatazes.

Parecem esquecer o 25 de Abril.

Discursos no 25 de Abril

  1. Verdes, Comunistas e Bloquistas iguais a si mesmos: está tudo mal e não têm culpa nenhuma;
  2. Populares iguais a si mesmos: estaria tudo melhor se não fossem os gajos indicados em "1.";
  3. Social-democratas diferentes do costume: com um discurso muito bom, pecando aqui e ali por alfinetadas pessoais a Sócrates;
  4. Socialistas diferentes do costume: com um discurso fraquinho, fraquinho, fraquinho, um imenso vazio decorado com toneladas de citações;
  5. Um cidadão estrangeiro (ao que parece, brasileiro), que não conseguiu discursar até ao fim.

Todos os discursos formais, cheios de fórmulas bafientas: dirigem-se primeiro ao Presidente da República, depois chegam ao dirigente de uma religião do médio oriente, e por fim aos portugueses e portuguesas, ou caros concidadãos.

É sempre a mesma coisa: parecem esquecer que o 25 de Abril foi feito para os portugueses, contra o Presidente da República, contra o Presidente do Conselho e contra o Cardeal Patriarca.

Parecem esquecer que o 25 de Abril foi feito contra Comités Centrais de comunas e fachos, contra mangas de alpaca e capatazes.

Parecem esquecer o 25 de Abril.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Ainda os grandes portugueses

Se Cunhal tivesse vencido o "Grandes Portugueses", o programa seria à mesma "um concurso" e tratar-se-ia de uma escolha "sem rigor científico" representando um "voto de protesto" contra a política actual?

Ainda os grandes portugueses

Se Cunhal tivesse vencido o "Grandes Portugueses", o programa seria à mesma "um concurso" e tratar-se-ia de uma escolha "sem rigor científico" representando um "voto de protesto" contra a política actual?

segunda-feira, 26 de março de 2007

Grandes Portugueses

"Grandes Portugueses" foi um concurso do tipo "big-brother" (com "expulsões" e tudo), em que - desde o início - se percebeu que ganharia uma de três personagens históricas:
D. Afonso Henriques, António Salazar ou Álvaro Cunhal.
D. Afonso Henriques era uma escolha óbvia, por se tratar do fundador da nacionalidade, e uma das personagens históricas mais familiares para a população portuguesa.
António Salazar não deixava de ser uma possibilidade forte, uma vez que a difícil situação económica que se atravessa, juntamente com o desconhecimento da História recente e a aura de honestidade que o rodeia (por contraposição aos Pina Mouras da actualidade), são elementos que o favorecem.
Álvaro Cunhal também seria um forte candidato, uma vez que a máquina comunista funciona de forma inelutável, e não perderia esta oportunidade para incensar o seu guru.
Dito isto (e assumindo a surpresa de ver Aristides Sousa Mendes à frente de D. Afonso Henriques), sinto-me triste por Salazar ter ganho o concurso, mas alegre por Cunhal não o ter ganho.
É que, se Salazar foi um ditador, Cunhal quis ser um ditador!
E se o Salazar do colaboracionismo com Hitler era anti-democrata, o Cunhal seguidor de Estaline também era um anti-democrata!
Por outro lado, senti uma imensa repulsa pelo discurso histérico e fanático de Odete Santos, que não perdeu qualquer oportunidade de canonizar Álvaro Cunhal (como por exemplo, quando Maria Elisa lhe perguntou qual o maior defeito de Cunhal, cuja resposta foi "a sua imensa modéstia"), e que assim que foi anunciado o vencedor, desatou a gritar "a defesa da ideologia fascista é crime". De facto (e de direito) a apologia do fascismo é crime, mas chegou a hora de nos questionarmos, por que razão não há-de o comunismo ser também declarado proscrito da convivência democrática? Ou alguém duvida que, se tivesse tido sucesso, Álvaro Cunhal não teria sido um ditador comunista?

Grandes Portugueses

"Grandes Portugueses" foi um concurso do tipo "big-brother" (com "expulsões" e tudo), em que - desde o início - se percebeu que ganharia uma de três personagens históricas:
D. Afonso Henriques, António Salazar ou Álvaro Cunhal.
D. Afonso Henriques era uma escolha óbvia, por se tratar do fundador da nacionalidade, e uma das personagens históricas mais familiares para a população portuguesa.
António Salazar não deixava de ser uma possibilidade forte, uma vez que a difícil situação económica que se atravessa, juntamente com o desconhecimento da História recente e a aura de honestidade que o rodeia (por contraposição aos Pina Mouras da actualidade), são elementos que o favorecem.
Álvaro Cunhal também seria um forte candidato, uma vez que a máquina comunista funciona de forma inelutável, e não perderia esta oportunidade para incensar o seu guru.
Dito isto (e assumindo a surpresa de ver Aristides Sousa Mendes à frente de D. Afonso Henriques), sinto-me triste por Salazar ter ganho o concurso, mas alegre por Cunhal não o ter ganho.
É que, se Salazar foi um ditador, Cunhal quis ser um ditador!
E se o Salazar do colaboracionismo com Hitler era anti-democrata, o Cunhal seguidor de Estaline também era um anti-democrata!
Por outro lado, senti uma imensa repulsa pelo discurso histérico e fanático de Odete Santos, que não perdeu qualquer oportunidade de canonizar Álvaro Cunhal (como por exemplo, quando Maria Elisa lhe perguntou qual o maior defeito de Cunhal, cuja resposta foi "a sua imensa modéstia"), e que assim que foi anunciado o vencedor, desatou a gritar "a defesa da ideologia fascista é crime". De facto (e de direito) a apologia do fascismo é crime, mas chegou a hora de nos questionarmos, por que razão não há-de o comunismo ser também declarado proscrito da convivência democrática? Ou alguém duvida que, se tivesse tido sucesso, Álvaro Cunhal não teria sido um ditador comunista?

segunda-feira, 5 de março de 2007

as pessoas da aldeia

Anda por aí alguma confusão sobre um museu que a Câmara Municipal de Santa Comba Dão quer fazer. O museu é sobre Salazar e o Estado Novo e, mais que não seja, apresenta uma grande mais-valia: é em Santa Comba Dão. Não fora a manifestação imbecil e a petição que se quer apresentar à Assembleia da República, ninguém teria dado conta das intenções de erigir tal espaço museológico. É que Santa Comba Dão fica fora de mão. Ninguém lá vai.
Não me preocupo, por outro lado, com a existência de pessoas que gostem de Salazar (também há deputados que oferecem jantares de homenagem a Pinto da Costa...), é que, se enterrámos Salazar e os seus esbirros, foi para que pudesse haver pessoas a gostar dele a a afirmá-lo publicamente.

Querem fazer um museu? Quotizem-se e façam-no! Têm todo o direito de o fazer, sabendo nós embora que, se fossem poder, nunca poderíamos fazer um museu pela liberdade.

Enfim, para terminar, e em total espírito de liberdade, resta-me dizer que, se Salazar era o verdadeiro espírito da ruralidade das pessoas da aldeia, então ele foi o primeiro "village people", e aposto que era o polícia!

as pessoas da aldeia

Anda por aí alguma confusão sobre um museu que a Câmara Municipal de Santa Comba Dão quer fazer. O museu é sobre Salazar e o Estado Novo e, mais que não seja, apresenta uma grande mais-valia: é em Santa Comba Dão. Não fora a manifestação imbecil e a petição que se quer apresentar à Assembleia da República, ninguém teria dado conta das intenções de erigir tal espaço museológico. É que Santa Comba Dão fica fora de mão. Ninguém lá vai.
Não me preocupo, por outro lado, com a existência de pessoas que gostem de Salazar (também há deputados que oferecem jantares de homenagem a Pinto da Costa...), é que, se enterrámos Salazar e os seus esbirros, foi para que pudesse haver pessoas a gostar dele a a afirmá-lo publicamente.

Querem fazer um museu? Quotizem-se e façam-no! Têm todo o direito de o fazer, sabendo nós embora que, se fossem poder, nunca poderíamos fazer um museu pela liberdade.

Enfim, para terminar, e em total espírito de liberdade, resta-me dizer que, se Salazar era o verdadeiro espírito da ruralidade das pessoas da aldeia, então ele foi o primeiro "village people", e aposto que era o polícia!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Salazar, Salazar, Salazar!!!

Este é um post politicamente incorrecto, ideologicamente desalinhado e susceptível de irritar algumas consciências mais frágeis. Por favor, se é susceptível ao livre debate de ideias é favor mudar de canal neste momento!
Depois não diga que eu não avisei…

Hoje não é dia da Raça. Mas apetece-me dar corda à minha costela fascizoide e salazarenta - no fundo, no fundo cada um tem a sua. É verdade, por vezes tenho assim uns ataques. Normalmente sento-me e espero que passe. Hoje sentei-me, não passou rápido. Pelo contrario, intensificou-se. E decidi escrever.
A culpa é do Sol, provavelmente o semanário mais pop-chunga da Europa ocidental e arredores. Não conheço pior. O Sol vem confirmar na primeira pagina aquilo que em surdina passou primeiro para as redacções dos jornais e em seguida se foi espalhando rapidamente. Salazar foi o grande vencedor daquela coisa dos maiores portugueses. Armados em batoteiros os senhores organizadores decidiram mudar as regras do jogo. Mas Salazar, rapidamente e em força, voltou ao comando! É bem feito! Quiseram tirar os esqueletos do armário, agora aguentem-se. Viva Salazar!
Mas esta vitoria de pirro do aldeão tiranete - a confirmar-se - apresenta alguns aspectos interessantes. A meu ver, por um lado, demonstra (e confirma) que o Portugal rural, boçal, analfabeto e andrajoso é como a natureza: está ai. As elites só vão ao café com as elites e tem conversas de elites. Porque se as elites fossem ao café com o português médio facilmente se deparavam com aquele desabafo típico do "isto está mesmo a precisar é de um Salazar!". Será mesmo só um desabafo, ou mais qualquer coisa?
Por outro, demonstra a existência em Portugal de uma "direita" para alem da direita que quando quer se sabe organizar. Mas é cobarde. Tapa a cara, esconde a sua pessoa - como vimos domingo na cauda da manif do Não ao aborto. Lá, no conforto e segurança do lar, em frente ao computador ou com o telefone na mão vota…, Salazar! É curioso, não é? Vota Salazar!
O interesse da questão está precisamente nestes últimos. À ultra direita que existe em Portugal só resta a seria reorganização, e a profunda ideoligização. A ultra direita existe, ávida de um líder, ávida de um ideólogo, esfomeada por um programa de acção. E a extrema-esquerda está a pedi-la. Cada vez mais intensamente.
A ultra direita portuguesa é uma inevitabilidade. Resta saber quanto tempo mais teremos de esperar por ela.
E voltando ao tal concursito, devo ser claro; demonstrando ao que chegou a brincadeira: Antes Salazar que Cunhal!

PSL

Salazar, Salazar, Salazar!!!

Este é um post politicamente incorrecto, ideologicamente desalinhado e susceptível de irritar algumas consciências mais frágeis. Por favor, se é susceptível ao livre debate de ideias é favor mudar de canal neste momento!
Depois não diga que eu não avisei…

Hoje não é dia da Raça. Mas apetece-me dar corda à minha costela fascizoide e salazarenta - no fundo, no fundo cada um tem a sua. É verdade, por vezes tenho assim uns ataques. Normalmente sento-me e espero que passe. Hoje sentei-me, não passou rápido. Pelo contrario, intensificou-se. E decidi escrever.
A culpa é do Sol, provavelmente o semanário mais pop-chunga da Europa ocidental e arredores. Não conheço pior. O Sol vem confirmar na primeira pagina aquilo que em surdina passou primeiro para as redacções dos jornais e em seguida se foi espalhando rapidamente. Salazar foi o grande vencedor daquela coisa dos maiores portugueses. Armados em batoteiros os senhores organizadores decidiram mudar as regras do jogo. Mas Salazar, rapidamente e em força, voltou ao comando! É bem feito! Quiseram tirar os esqueletos do armário, agora aguentem-se. Viva Salazar!
Mas esta vitoria de pirro do aldeão tiranete - a confirmar-se - apresenta alguns aspectos interessantes. A meu ver, por um lado, demonstra (e confirma) que o Portugal rural, boçal, analfabeto e andrajoso é como a natureza: está ai. As elites só vão ao café com as elites e tem conversas de elites. Porque se as elites fossem ao café com o português médio facilmente se deparavam com aquele desabafo típico do "isto está mesmo a precisar é de um Salazar!". Será mesmo só um desabafo, ou mais qualquer coisa?
Por outro, demonstra a existência em Portugal de uma "direita" para alem da direita que quando quer se sabe organizar. Mas é cobarde. Tapa a cara, esconde a sua pessoa - como vimos domingo na cauda da manif do Não ao aborto. Lá, no conforto e segurança do lar, em frente ao computador ou com o telefone na mão vota…, Salazar! É curioso, não é? Vota Salazar!
O interesse da questão está precisamente nestes últimos. À ultra direita que existe em Portugal só resta a seria reorganização, e a profunda ideoligização. A ultra direita existe, ávida de um líder, ávida de um ideólogo, esfomeada por um programa de acção. E a extrema-esquerda está a pedi-la. Cada vez mais intensamente.
A ultra direita portuguesa é uma inevitabilidade. Resta saber quanto tempo mais teremos de esperar por ela.
E voltando ao tal concursito, devo ser claro; demonstrando ao que chegou a brincadeira: Antes Salazar que Cunhal!

PSL