segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Mais zonzo ainda...

Sao muito giras as primeiras impressoes australianas.
Paradoxalmente, ou talvez nao, Sydney lembra-me muito o Rio de Janeiro. Alias, ate ver, esta parece ser uma terra fique traquilo que no final tudo vai dar certo e se nao der certo e porque o final ainda nao chegou, em versao anglo-saxonica.
Havia muito mais para contar, mas enquanto ai os meus amigos estao a acordar eu vou para a hora de dormir - e logo num momento que nao vejo uma cama desde..., Lisboa.
Ah..., e o que verdadeiramente me traz a Rede e esta preocupacao.
Vamos Benfica!!!

Mais zonzo ainda...

Sao muito giras as primeiras impressoes australianas.
Paradoxalmente, ou talvez nao, Sydney lembra-me muito o Rio de Janeiro. Alias, ate ver, esta parece ser uma terra fique traquilo que no final tudo vai dar certo e se nao der certo e porque o final ainda nao chegou, em versao anglo-saxonica.
Havia muito mais para contar, mas enquanto ai os meus amigos estao a acordar eu vou para a hora de dormir - e logo num momento que nao vejo uma cama desde..., Lisboa.
Ah..., e o que verdadeiramente me traz a Rede e esta preocupacao.
Vamos Benfica!!!

domingo, 30 de novembro de 2008

Zonzo...

...ainda faltam uns pares de horas para o proximo voo e uns pares mais para o primeiro destino...
Cerca de vinte horas depois de sair de casa sinto-me zonzo.
Ainda ha pouco era de noite, ja e noite de novo e quem nao tem nada para fazer no aeroporto de Singapura aproveita a free internet, que esta autocracia liberal disponibiliza aos viajantes, para encher chouricos.

Mas mais zonzo ainda me sinto com esta frase, lida ha pouco, de Jose Manuel Fernandes no editotial do Publico de ontem
Desde Salazar que nenhum primeiro-ministro havia acumulado, formal ou informalmente, tanto poder como Socrates, e provavelmente desde Afonso Costa que nenhum tinha uma nocao tao instrumental do uso e abuso do poder.

Zonzo...

...ainda faltam uns pares de horas para o proximo voo e uns pares mais para o primeiro destino...
Cerca de vinte horas depois de sair de casa sinto-me zonzo.
Ainda ha pouco era de noite, ja e noite de novo e quem nao tem nada para fazer no aeroporto de Singapura aproveita a free internet, que esta autocracia liberal disponibiliza aos viajantes, para encher chouricos.

Mas mais zonzo ainda me sinto com esta frase, lida ha pouco, de Jose Manuel Fernandes no editotial do Publico de ontem
Desde Salazar que nenhum primeiro-ministro havia acumulado, formal ou informalmente, tanto poder como Socrates, e provavelmente desde Afonso Costa que nenhum tinha uma nocao tao instrumental do uso e abuso do poder.

Os muros

«O muro de Berlim ainda não caiu em Portugal», dizem os liberais, tudo porque o PCP volta a encenar um congresso democrático. É verdade, por vezes os comunistas parecem estar antes de Outubro de 1989, tornando-se por isso alvos fáceis da chacota política.
Mas também se poderia dizer que "o muro" financeirista ainda não caiu em Portugal: só por isso se compreende que - perante a capitulação do liberalismo financeiro - os friedmanistas e os hayekistas se recusam a compreender a derrocada de Wall Street...

Os muros

«O muro de Berlim ainda não caiu em Portugal», dizem os liberais, tudo porque o PCP volta a encenar um congresso democrático. É verdade, por vezes os comunistas parecem estar antes de Outubro de 1989, tornando-se por isso alvos fáceis da chacota política.
Mas também se poderia dizer que "o muro" financeirista ainda não caiu em Portugal: só por isso se compreende que - perante a capitulação do liberalismo financeiro - os friedmanistas e os hayekistas se recusam a compreender a derrocada de Wall Street...

sábado, 29 de novembro de 2008

Salvar o BPP para salvar a imagem do país?

O Governo decidiu salvar o BPP para proteger a imagem do país. É difícil entender isto sem conter uma náusea de revolta. É que o BPP é o banco onde os milionários portugueses lavam o seu dinheiro, ou - no mínimo - o põem a "salvo" das Finanças.
Mas pior do que isso é a constatação que serão os maiores bancos portugueses a injectar liquidez no BPP: é que os maiores bancos portugueses admitiram não terem a liquidez necessária para satisfazer as suas obrigações imediatas ao recorrer ao aval do Estado.
Significa isto que parte do aval disponibilizado pelo Estado servirá para os bancos portugueses "safarem" os milionários do BPP, repercutindo depois os custos dessa salvação nos "spreads" a ser pagos por todos os outros portugueses.
É o capitalismo à portuguesa: devorista e rentista.