Quem o diz é Nuno Jonet, um dos decanos do surf português – quase um verdadeiro waterman (link) – ao i. E eu compreendo bem o aparente paradoxo das suas palavras.
Uma entrevista (link) para ler, reler e guardar para mais tarde recordar – por todos.
Mostrar mensagens com a etiqueta "i". Mostrar todas as mensagens
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sábado, 16 de outubro de 2010
“Portugal é um país cada vez mais interessante para viver”
“Portugal é um país cada vez mais interessante para viver”
Quem o diz é Nuno Jonet, um dos decanos do surf português – quase um verdadeiro waterman (link) – ao i. E eu compreendo bem o aparente paradoxo das suas palavras.
Uma entrevista (link) para ler, reler e guardar para mais tarde recordar – por todos.
Uma entrevista (link) para ler, reler e guardar para mais tarde recordar – por todos.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Do Facebook
O Edson Athayde compreende na perfeição o ser em si do Facebook. Deve ser por isso que escreve uma fabulosa crónica semanal sobre o tema, ao sábado, no magnífico i.Gosto de analogias. Costumo imaginar o Facebook como um grande e infindável cocktail, um evento onde entramos porque a porta está aberta e lá dentro encontramos conhecidos e desconhecidos. Com quem já temos relações anteriores, vamos pondo as novidades em dia. Com os outros, vamos trocando olhares, cumprimentos simpáticos, pequenas conversas. Como sou tímido, nunca fiz grandes amigos em festarolas. Não estou à espera que seja diferente no Facebook.
Nem mais nem menos. Identifico-me exactamente, com este excerto da sua crónica de sábado passado.
Do Facebook
O Edson Athayde compreende na perfeição o ser em si do Facebook. Deve ser por isso que escreve uma fabulosa crónica semanal sobre o tema, ao sábado, no magnífico i.Gosto de analogias. Costumo imaginar o Facebook como um grande e infindável cocktail, um evento onde entramos porque a porta está aberta e lá dentro encontramos conhecidos e desconhecidos. Com quem já temos relações anteriores, vamos pondo as novidades em dia. Com os outros, vamos trocando olhares, cumprimentos simpáticos, pequenas conversas. Como sou tímido, nunca fiz grandes amigos em festarolas. Não estou à espera que seja diferente no Facebook.
Nem mais nem menos. Identifico-me exactamente, com este excerto da sua crónica de sábado passado.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pangeia (XVIII)
A nota mundial de hoje era para ser sobre a natureza humana. E é mesmo.Gostava de vos dar a conhecer o magnífico texto de Senhor Mário Coluna que o jornal i publica hoje, que versa sobre essa criatura infra-humana de nome Raymond Domenech.
Infelizmente, por razões que a natureza humana lá saberá, o i enche o seu sítio de lixo, guardando o luxo debaixo do divã. É pena. Porque a mesma natureza humana é densificada pelo Senhor Mário Coluna no tal texto que muito gostava de postar aqui, ou, pelo menos, colocar um link para o mesmo.
A natureza humana que produz talento como o do Senhor Coluna é a mesma que produz gente triste como Domenech e outra tanta, não tão estúpida como o segundo mas também não tão inteligente como o Senhor Mário Coluna, que faz os jornais que lemos.
Se puderem não percam: “Um rebelde com causa” pelo Senhor Mário Coluna, na pagina 57 da edição papel do i.
Pangeia (XVIII)
A nota mundial de hoje era para ser sobre a natureza humana. E é mesmo.Gostava de vos dar a conhecer o magnífico texto de Senhor Mário Coluna que o jornal i publica hoje, que versa sobre essa criatura infra-humana de nome Raymond Domenech.
Infelizmente, por razões que a natureza humana lá saberá, o i enche o seu sítio de lixo, guardando o luxo debaixo do divã. É pena. Porque a mesma natureza humana é densificada pelo Senhor Mário Coluna no tal texto que muito gostava de postar aqui, ou, pelo menos, colocar um link para o mesmo.
A natureza humana que produz talento como o do Senhor Coluna é a mesma que produz gente triste como Domenech e outra tanta, não tão estúpida como o segundo mas também não tão inteligente como o Senhor Mário Coluna, que faz os jornais que lemos.
Se puderem não percam: “Um rebelde com causa” pelo Senhor Mário Coluna, na pagina 57 da edição papel do i.
domingo, 11 de abril de 2010
O que é ser português no Facebook?
No i (link) Edson Athayde questiona e tenta responder. Excelente (e bem humardo) texto.
O que é ser português no Facebook?
No i (link) Edson Athayde questiona e tenta responder. Excelente (e bem humardo) texto.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Campo Contra Campo (CXLIII)
O “i” continua a ser uma lufada de ar quente e seco no Inverno frio e húmido do panorama dos jornais portugueses. Leia-se pois “critica de cadeiras” (link).
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
Campo Contra Campo (CXLIII)
O “i” continua a ser uma lufada de ar quente e seco no Inverno frio e húmido do panorama dos jornais portugueses. Leia-se pois “critica de cadeiras” (link).
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
Ou de como é tão fácil de encontrar a objectividade possível na subjectividade. Em poucas e bem humoradas palavras.
Já agora, concordo com quase tudo e (pelo menos das salas que conheço - a esmagadora maioria) o meu voto não andaria muito longe daquilo.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O melhor surf do mundo, por Tiago Pires
O “i” não é apenas um jornal diferente. É um jornal “mais melhor bom”. Um jornal excelente, vá. Ora vejam lá este (link) extraordinário trabalho.
Etiquetas:
"i",
amar o mar,
rip curl pro search 2009 peniche portugal
O melhor surf do mundo, por Tiago Pires
O “i” não é apenas um jornal diferente. É um jornal “mais melhor bom”. Um jornal excelente, vá. Ora vejam lá este (link) extraordinário trabalho.
Etiquetas:
"i",
amar o mar,
rip curl pro search 2009 peniche portugal
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
i parabéns
Foram várias as vezes que estive para escrever um post dedicado ao novo i. Tantas como aquelas que não o escrevi. Hoje o i completa as suas primeiras cem edições. Será hoje?
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
i parabéns
Foram várias as vezes que estive para escrever um post dedicado ao novo i. Tantas como aquelas que não o escrevi. Hoje o i completa as suas primeiras cem edições. Será hoje?
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
Objectivamente: adoro o i!
Recordo onde e como comprei o primeiro numero do jornal. Estranhei aquela capa, aquela aparente dispersão de temas, a nova geografia das notícias. Depois, nestes últimos cento e tal dias, entranhei o prazer de quem faz um jornal novo, um jornal sucinto quando o tem de ser, responsável, objectivo, efervescente. Um jornal que deve dar um gozo imenso a quem o faz. Só pode.
Estranhei, entranho. Estranhei durante semanas a fio não comprar o “meu” jornal de sempre, entranho todos os dias algo tão bom que não compreendo como surge num pais (quase) totalmente atrofiado e adormecido.
Estranho não haver i ao domingo; entranho como foi possível passar tantos anos a ler tão pouco e tão mal.
Parabéns a todos aqueles que nos fazem o i: que nunca vos falte na vida honesto estudo.
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